icon-bloqueado icon-busca arrow-down-sign-to-navigate

Edição #63 - Agosto 2018

Localize rapidamente o conteúdo desejado

Ética além de um código

Falar sobre tica um assunto inesgot vel e felizmente intermin vel Sinto que este movimento crescente e tem se tornado pauta de discuss o a cada edi o jornal stica n o s por causa das evid ncias pol ticas em cen rio nacional mas tamb m devido s intermin veis discord ncias movidas por cren as religiosas pol ticas e econ micas em mbito internacional Todas as reas da sociedade t m se movimentado em torno destes temas N o s como rea o aos acontecimentos como tamb m por causa de uma crescente necessidade de ordena o Estamos vivendo a era do conhecimento onde a busca pela consci ncia rege todas as nossas a es Mas para resolver quest es ticas n o podemos necessariamente estar pautados em um c digo de tica que apesar de nortear condutas previs veis certamente n o ter amplitude para a diversidade de ocorr ncias nas rela es humanas Temos que buscar em nossas reflex es no desenvolvimento cont nuo respostas poss veis para uma situa o em uma zona cinzenta ou intempestiva Olhar os significados prop sitos e inten es que regem os fatos Segundo Michael Carroll a capacidade de discernir o certo o melhor ou a boa a o parte de nossas vidas di rias Decis es cotidianas s o baseadas em nossa capacidade de escolher a melhor decis o a ser tomada em situa es muitas vezes complexas N o h roteiro para nos guiar na dire o daquilo que correto Os numerosos c digos e quadros de tica utilizados em v rias profiss es garantem o comportamento tico autom tico por parte dos seus membros Costumo dizer que tico aquilo que faz bem para mim e para o outro servir a um s n o suficiente temos que estar o tempo todo olhando para dentro e para fora Um c digo de tica pode servir de arcabou o para um trabalho uma conversa ou um contexto que rege rela es de qualquer tipo Mesmo quando nos comportamos de forma tica h momentos em que somos incapazes de articular por isso fizemos o que fizemos ou fornecemos uma explica o coerente dos processos de tomada de decis o que resultaram em nossa a o Mesmo quando podemos explicar o que fizemos e conect -lo com as diretrizes e princ pios n o h garantias de que vamos ter certeza de que fizemos a coisa certa e nem sempre poderemos ficar em paz com a decis o tica ou moral Mas e quando o c digo de tica n o suficiente Michael Carroll diz que mais importante do que a a o resultante de um comportamento tico s o suas inten es olhar os valores que regem os comportamentos e discutir necessidades e vontades inerentes Muitas situa es de conflitos se dissolvem quando al m dos fatos entramos nas inten es e sentimentos que est o subjacentes e regendo as a es discutidas que se dissolvem quando a partir dos sentimentos entramos em contato com as necessidades e vontades subjacentes e mais do que isso ao chamado humano que rege a consci ncia um acordar de humanidade e de justi a consigo e com o pr ximo Da a efic cia do modelo da comunica o n o violenta de Marshall Rosenberg onde ao falar de si e de suas necessidades nos conectamos com o lado humano do interlocutor Isso tamb m se chama empatia que a condi o de se colocar no lugar do outro e perceber o...
Para ler este artigo completo...
Faça login ou conheça as vantagens de ser premium.
Faça seu login Veja as vantagens de ser Premium
Gostou deste artigo? Confira estes da mesma coluna:

Não é sobre controlar. É sobre escolher.

Cresci escutando minhas irmãs implicando comigo, dizendo que eu era uma “pedra”, que eu poderia ver um filme muito triste e não deixar cair uma lágrima sequer. Cristalizei um julgamento sobre mim mesma de que não era uma pessoa “emocional”. Já mais velha, entrando na idade adulta, o que diziam de mim era: “A Marta? Nossa... Como ela é braba!”. Mas eu continuava julgando a mim... leia mais

13 minutos

O preço do discernimento

Quando escolher bem significa, muitas vezes, desagradar. Ao longo deste dossiê percorremos um caminho que, à primeira vista, poderia sugerir uma promessa bastante sedutora: a de que desenvolver o discernimento nos conduziria, inevitavelmente, às melhores decisões. Seria reconfortante acreditar que bastaria ampliar o repertório, compreender os atalhos da mente, utilizar a Inteligência... leia mais

17 minutos

A autoria da própria consciência

Quando recuperamos a presença, deixamos de ser passageiros da vida para voltar a ocupar o lugar de quem segura o leme Ao longo deste dossiê percorremos diferentes dimensões da presença e, pouco a pouco, fomos percebendo que ela talvez seja uma das competências mais importantes do nosso tempo. Descobrimos que pensar exige um espaço entre o estímulo e a resposta, compreendemos como a... leia mais

12 minutos

A ginástica da lucidez

O que a neurociência revela sobre o impacto da leitura no cérebro e na nossa capacidade de compreender o outro   Chegamos ao último artigo da nossa jornada. Até aqui, conversamos sobre o cansaço mental, a crise da atenção, a matemática do tempo e a importância do repertório para que não nos tornemos meros repetidores de ideias alheias. Tudo isso possui um impacto enorme na... leia mais

13 minutos

Nem jovem, nem idoso: o desconforto que o mercado não quer encarar

Há nove meses, (da publicação deste artigo) publiquei um vídeo no LinkedIn. Não fiz roteiro. Sem edição e sem uma estratégia definida. Apenas fiz um registro honesto de um momento em que me dei conta de algo desconcertante: depois de mais de três décadas de atuação, eu seguia inteiro, mas menos visto. Foi esse vídeo que fez Luciano Lannes, editor da Revista Coaching Brasil,... leia mais

9 minutos
O melhor conteúdo sobre Coaching em língua Portuguesa
a um clique do seu cerébro
Seja Premium