Não é sobre controlar. É sobre escolher.
Cresci escutando minhas irmãs implicando comigo, dizendo que eu era uma “pedra”, que eu poderia ver um filme muito triste e não deixar cair uma lágrima sequer. Cristalizei um julgamento sobre mim mesma de que não era uma pessoa “emocional”. Já mais velha, entrando na idade adulta, o que diziam de mim era: “A Marta? Nossa... Como ela é braba!”. Mas eu continuava julgando a mim... leia mais