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Edição #88 - Setembro 2020

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Um outro olhar - Ed. 88

Nosso coach João nos traz o seguinte caso:

Tive um grande e inesperado desgosto recentemente: um projeto no qual havia investido dedicação e horas de trabalho foi cancelado pelo suposto parceiro de maneira indelicada e abrupta. Na hora não me dei conta de quanto essa nefasta reunião havia me afetado e dez minutos depois conduzi uma sessão de coaching. A sessão de coaching não foi ruim, mas deixou muito a desejar, pois em um dado momento percebi que estava com o infeliz evento na cabeça. Quão grave é uma situação dessas? Eu poderia ter me preparado melhor para a sessão de coaching?

João, em primeiro lugar sinto muito por sua decepção com o ex-parceiro. Ao mesmo tempo, sua consciência sobre como a presença do coach pode ser sequestrada é útil e pode ser fonte de aprendizado.

Dough Silsbee (2018, p. 27), em seu livro Presence-Based Leadership, define presença como “um estado interno: a consciência do aqui e agora, quietude, consciência inclusiva de possibilidades.” Dessa maneira, é a presença do coach, sua disponibilidade junto ao cliente, na preciosa temporalidade da sessão, que permite que coaches e coachees trabalhem juntos, elaborando sentidos e vislumbrando possibilidades.

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