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Edição #81 - Fevereiro 2020

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A EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO

Uma das maiores questões que se apresentam aos modelos de gestão contemporâneos nas empresas hoje é conseguir se livrar de um pensamento exclusivamente voltado para os sistemas de comando e controle desenvolvidos no começo do século 20 para dar conta dos aumentos das demandas e do volume de produção e incluir em seus processos uma lógica que abranja as rápidas dinâmicas da complexidade e da emergência do inesperado que as organizações vivenciam nos cenários atuais. Esse processo de transição não se dá de maneira fácil nem rápida. É preciso, em primeiro lugar, identificar, compreender, se conscientizar e aceitar as origens dos modelos mentais ora vigentes para só em seguida desenvolver possíveis caminhos para a evolução desse modelo na direção de uma lógica capaz de dar respostas mais adequadas aos desafios que se revelam muitas vezes intransponíveis e fatais para as companhias hoje.

Antigamente, os cartógrafos europeus costumavam nomear em seus mapas os territórios ainda inexplorados como Terra Incognita e, no caso dos oceanos, Mare Incognitum. Eles incluíam nesses espaços ainda desconhecidos o aviso de que “Aqui há dragões”, em latim Hic sunt dracones, para alertar os navegadores da possibilidade de encontrar essas criaturas fantásticas nos confins do mundo, ao menos é o que consta em um dos mais antigos mapas-múndi conhecidos: o Globo de Hunt-Lenox, de 1510. A metáfora ainda é válida para os dias de hoje. As organizações que pretendem superar a si mesmas e seus próprios horizontes devem buscar exorcizar os fantasmas e monstros que por vezes imaginam em seu caminho (e que, muitas vezes, vão ter que defrontar para poder exorcizar) para assim navegar sem se afogar nas águas desconhecidas e turbulentas do futuro, sabendo, em especial, que não haverá mais portos-seguros. E que isso não será mais um problema.

Visões de Mundo, visões dos Negócios

Os modelos de gestão desenvolvidos e adotados pelas organizações estão intrinsicamente relacionados a visões de mundo compartilhadas pela sociedade e como estas organizações estão aderentes (ou adaptadas) às bases tecno econômicas predominantes em uma determinada época.

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