Quando fui convidado para escrever um texto sobre Atitude, precisei parar e refletir: o que um futurista tem a dizer sobre esse tema?
Para quem não sabe exatamente o que faz um futurista — ou, mais especificamente, o que eu faço como futurista — aqui vai uma breve explicação:
Eu exploro, mapeio e decodifico sinais fracos (aquilo que está no reino das possibilidades) e tendências emergentes no mundo da ciência, tecnologia e tudo que diz respeito ao ser humano. O objetivo? Entender como a vida das pessoas, das organizações e da sociedade pode ser afetada.
A intenção inicial é ajudar indivíduos e empresas a se prepararem para os futuros possíveis — e, sempre que possível, torná-los à prova de futuro. Mas, meu propósito como futurista vai além.
Entre todas as possibilidades que podem se materializar, é fundamental ajudar as pessoas a imaginar quais futuros são desejáveis — aqueles que queremos ver acontecer. A partir dessa visão, podemos traçar ações concretas para transformar essas visões em realidade.
Gosto de citar o grande cientista da computação Alan Kay, que disse algo que ressoa profundamente comigo:
“A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”
Mas o que isso tem a ver com atitude?
A Atitude Como Peça-Chave
Para responder a essa pergunta, primeiro precisamos entender o que é atitude.
A atitude é um conceito psicológico que representa como pensamos, sentimos e agimos em relação a algo específico.
Ela é composta por três dimensões fundamentais:
● Cognitiva (pensamentos)
● Emocional (sentimentos)
● Comportamental (ações)
As atitudes são disposições aprendidas, desenvolvidas por meio de experiências pessoais e sociais. Elas podem ser positivas, negativas ou neutras, influenciando significativamente nosso comportamento e nossas interações.
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