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Edição #64 - Setembro 2018

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Cultive seu Capital Relacional: o que você deixa como marca em suas conexões?

Se você quiser um ano de prosperidade, cultive grãos. Se você quer 10 anos de prosperidade, cultive árvores. Se você quer 100 anos de prosperidade, cultive pessoas. – Provérbio Chinês

Você abre seu Linkedin e decide aceitar os pedidos de conexão que ali aparecem. Para sua surpresa, minutos depois, recebe uma mensagem de um destes novos contatos vendendo seus serviços. Esta pessoa acredita que, por terem se conectado online, existe abertura suficiente para uma venda. Sem antes estabelecer proximidade, construir uma ligação ou ganhar sua confiança.

A sabedoria chinesa nos dá a letra. Pessoas são o maior bem de nossa carreira, independentemente da área em que atuamos. Construir tais relações está muito além de um like ou conexão nas redes, é preciso tempo – e qualidade – de cultivo. É fundamental gerar valor.

Este é o Capital Relacional, segundo a definição de Gregório Martín de Castro, Ph.D. na Universidade de Madrid, o “conjunto de conhecimentos que se incorporam na organização, fruto do valor agregado pelos processos de relacionamento que mantém com os públicos de interesse e com a sociedade em geral”.

Vivemos em uma era de relações. Não à toa, o prefixo “co”, que denota companhia, tem aparecido constantemente para nós. Hoje, tudo é co-laborativo, co-criado, co-digirido.

O investimento concreto em relacionamentos, que mais tarde lhe trarão abertura de oportunidades, é algo a que cada profissional deve dedicar parte de seu tempo. E a comunicação de uma identidade coerente, por meio do personal branding, é um dos primeiros passos. Afinal, quando transmitimos quem somos de forma autêntica, geramos interesse e confiança, comunicando nossos principais atributos: inovação, comprometimento, seriedade, criatividade ou quais forem outros elementos importantes na sua área específica de atuação.

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