revista-coaching-brasil-logo-1 icon-bloqueado icon-busca icon-edicoes icon-login arrow-down-sign-to-navigate

Edição #113 - Outubro 2022

Localize rapidamente o conteúdo desejado

Confiar para Perguntar? Ou... Perguntar para confiar?

Durante anos, liderança foi sinônimo de comando e controle. O tempo passou, o mundo mudou, comando e controle não são mais competências uteis para liderar, pelo contrário, muitas vezes gestores com esta tendência perdem influência junto aos seus subordinados ou não são por eles respeitados ou vistos como um exemplo a ser seguido. Hoje, o que importa é a capacidade do gestor de apoiar o comprometimento da equipe e desenvolver as pessoas. E isso é mais fácil de se fazer através de uma abordagem coach, que utiliza as perguntas abertas, curtas e “sem destino”(1) como suporte ao desenvolvimento de potencial dos indivíduos da equipe.

Michael J. Marquardt, no artigo , Leading with Questions, escreve muito bem sobre o porquê os líderes precisam fazer mais perguntas e dizer menos o que fazer, não preciso repetir aqui.

Mas ele também cita 3 razões (experiências passadas malsucedidas, falta de habilidade e ausência de motivação) porque os líderes não perguntam – mesmo após entenderem o poder de liderança que existe no ato de fazer perguntas abertas. Então vamos examinar o que há por trás destas razões práticas. Quando conversamos com os executivos de RH de empresas nossas clientes ou com nossos clientes executivos, o que se percebe é que por trás das razões citadas o que há é: Ego, a vaidade, a necessidade de autoafirmação.

Gestores (e muitos coaches profissionais) tem medo de perguntar, temem perder o respeito da outra pessoa por estarem demonstrando que não sabem tudo (como se isso fosse possível, kkkk). Ou, como me disse um cliente: Não quero ser um executivo raquete. E explicou que raquete é aquele executivo que quando você traz um problema ele devolve o problema para você, como num jogo de tênis, para se eximir da responsabilidade. Ou, não tem a habilidade de perguntar desenvolvida, porque passaram a vida toda recebendo ordens primeiro na família, depois na escola e agora no emprego.

Para ler este artigo completo...
Faça login ou conheça as vantagens de ser premium.
Faça seu login Veja as vantagens de ser Premium
Gostou deste artigo? Confira estes da mesma coluna:

Sobre Atitudes e Futuros

Quando fui convidado para escrever um texto sobre Atitude, precisei parar e refletir: o que um futurista tem a dizer sobre esse tema? Para quem não sabe exatamente o que faz um futurista — ou, mais especificamente, o que eu faço como futurista — aqui vai uma breve explicação: Eu exploro, mapeio e decodifico sinais fracos (aquilo que está no reino das possibilidades) e... leia mais

12 minutos

Não existe Ano Perfeito, mas pode existir um Ano Verdadeiro

Há um segredo pouco conhecido sobre o início de um novo ciclo que pode fazer toda a diferença. Como psicóloga clínica e empresária, quero compartilhar algumas verdades importantes. Primeiro: o segredo não está em buscar algo perfeito, mas algo verdadeiro. Segundo: embora todos falem da importância da verdade, poucos explicam como se conectar com ela. Aqui você irá descobrir. Sempre... leia mais

13 minutos

Qual é o maior desafio para uma cultura inclusiva bem sucedida?

A alma deste artigo está em responder ao questionamento do título acima. O autoconhecimento é o maior desafio para se instituir uma cultura inclusiva assertiva e bem sucedida. Há um grande paradoxo humano que instala a dimensão social na vida de homens e mulheres. O ser humano tem natureza social, inexoravelmente. A começar por nascer do encontro afetivo de duas pessoas, que unem suas... leia mais

12 minutos
O melhor conteúdo sobre Coaching em língua Portuguesa
a um clique do seu cerébro
Seja Premium