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Edição #84 - Maio 2020

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Um outro olhar - Ed. 84

Nossa coach Maria nos traz o seguinte caso:

Meu cliente de coaching executivo termina as sessões muito rápido! Em geral os meus encontros de coaching são de 1 hora e meia, mas com ele, depois de 50 minutos não temos mais nada a tratar. Eu me preparo bastante antes de cada sessão, busco ferramentas sempre conectadas aos objetivos definidos em nosso processo, mas ele não responde a contento: dá respostas superficiais, muitas vezes monossilábicas. É importante compartilhar que um ex-gestor dele me disse que o coachee frequentemente percebe-se como vítima. O que mais posso fazer?

Cara Maria, o caso que você apresenta é muito comum e propicia diferentes visões. Uma delas, é pensar na interação entre o coach e o coachee como uma dança, na qual o movimento de um dos parceiros convida o movimento do outro. Por exemplo: o coach faz uma provocação e o cliente responde fazendo uma reflexão que pode levar a um insight. Dessa maneira, coach e coachee vão elaborando sentido sobre a situação na qual o coachee se encontra e as possibilidades para lidar com tal situação. Trago a metáfora da dança aplicada a interações de coaching para seu caso porque talvez você possa mudar o passo da dança que se estabelece entre vocês e dessa maneira mudar a dinâmica de suas relações.

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