revista-coaching-brasil-logo-1 icon-bloqueado icon-busca icon-edicoes icon-login arrow-down-sign-to-navigate

Edição #64 - Setembro 2018

Localize rapidamente o conteúdo desejado

Um outro olhar

Nossa Coach Maria nos traz a seguinte questão:
“Fui convidada e aceitei participar como coach voluntária em um processo para refugiados que chegam no Brasil à procura de trabalho e buscam se inserir na sociedade como cidadãos, deixando a condição de refugiados para trás. Minha questão tem a ver com como devo estabelecer o contrato de coaching com estes clientes. Minha pergunta é fundamentada pela dúvida que me acompanha há algum tempo, já que eu acredito que antes de iniciar o processo, preciso entender mais o contexto de cada um dos meus potenciais clientes, e não sei por onde começar.”

Cara Maria, o que me ocorre neste momento é que você terá casos bem icônicos e que trarão a necessidade de uma contratação embasada em questões “cross-culturais” e humanitárias e, para que você possa criar um espaço de coaching seguro, talvez seja importante pensar em algumas dimensões do processo, para depois decidir caso-a-caso por onde começar.

Para ler este artigo completo...
Faça login ou conheça as vantagens de ser premium.
Faça seu login Veja as vantagens de ser Premium
Gostou deste artigo? Confira estes da mesma coluna:

Um outro olhar - Ed. 103

Nossa coach Maria nos traz o seguinte caso: assisti uma palestra no Converge21 que me deixou confusa. A palestra What's Your Type? The Past, Present, and Future of Personality Testing (Qual seu tipo? Passado, presente e futuro dos testes de personalidade) de Merve Emre critica o MBTI, instrumento que tenho usado há anos. Afinal, esse tipo de instrumento deve ser usados em processos de coaching... leia mais

5 minutos

Um outro olhar - Ed. 102

Nosso coach João nos traz o seguinte caso: iniciei um processo de coaching com um executivo de uma empresa do setor financeiro. Estou surpreso com a falta de repertório sobre sentimentos do meu cliente: ele é muito introvertido e consegue basicamente distinguir dois estados: triste ou feliz. Quando pergunto o que ele sente ou sentiu frente a qualquer situação, ele faz descrições racionais... leia mais

6 minutos

Um outro olhar - Ed. 101

Nossa coach Maria nos traz o seguinte caso: estou conduzindo coaching com um jovem CEO que admiro muito. Ele é humano, tem visão e promoveu transformações importantes na organização onde trabalha, levando-a a um patamar muito melhor em três anos na posição. Tenho notado, entretanto que alguns de seus posicionamentos podem ser considerados machistas: ele considera mais as sugestões... leia mais

6 minutos

Um outro olhar - Ed. 100

Nosso coach João nos traz o seguinte caso: estou conduzindo coaching de grupo junto a supervisores de uma empresa de varejo de grande porte. O objetivo do coaching é eles se apropriarem de seu papel como gestores de pessoas. Os encontros são presenciais e estamos na quarta sessão de uma série de 10. Os supervisores se conhecem, mas não trabalham juntos já que cada um está em um... leia mais

6 minutos

Um outro olhar - Ed. 99

Nossa coach Maria nos traz o seguinte caso: tenho um coachee que não para de falar! Ele trabalha em uma empresa de varejo e foi promovido a gerente o ano passado. O objetivo do processo de coaching é ele se apropriar dessa nova posição, ou seja, liderar sua equipe de noventa pessoas, ser mais estratégico e menos mão na massa. Percebo que ele está super ansioso, e outro dia falou tanto que... leia mais

6 minutos
O melhor conteúdo sobre Coaching em língua Portuguesa
a um clique do seu cerébro
Seja Premium