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Edição #42 - Novembro 2016

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Coaching de Conflitos

Os conflitos em nossa vida

Lembre-se, em sua história de vida, de um momento em que você esteve envolvi­do em um conflito doloroso, e que você su­perou. O que você pode dizer hoje sobre este conflito, além de lembrar-se da angústia e do sofrimento que ele lhe causou na época?

Em nossa prática como coaches observamos como muitas vezes conflitos estão relacionados a passos relevantes no desenvolvimento de nossos clientes. É provável que, ao enfrentar o conflito de que se lembrou agora, você tenha encontrado desafios e conquistado espaços novos, nos quais desenvolveu habilidades que se tornaram marcos em sua vida.

Se isto for verdade, então a frase do grande estudioso do tema conflitos, Friedrich Glasl, se confirma: “O caminho do futuro é pavi­mentado por conflitos”. É desta forma que Glasl enfatiza que conflitos são parte da con­dição humana, e, mais do que isto, represen­tam a possibilidade de nos desenvolvermos.

No sentido oposto, o que teria acontecido se você tivesse se esquivado de enfrentar aquela situação, tivesse fugido dela, e talvez permanecido em fuga até hoje? Qual a con­sequência de evitar conflitos e a dor que os acompanha?



O coach e os conflitos

Para nós coaches, muitas das situações que nos são trazidas pelos clientes têm caracte­rísticas de conflito, em diferentes graus de escalação: como lidar com situações tensas que envolvem pares, gestores e liderados, fornecedores e clientes, e também compa­nheiros, cônjuges ou filhos, são temas fre­quentes em nosso trabalho.

Percebemos que apoiar o cliente a posicio­nar-se nestas situações não só ajuda a ele di­retamente, mas traz mudanças ao “sistema”, entendido como o conjunto de pessoas enre­dadas no conflito. Observamos como a rela­ção conflituosa muda quando nosso cliente se “desarma”, ou seja, deixa de enxergar o(s) outro(s) como culpado, e consegue ampliar a percepção a respeito de seu próprio papel nesta relação tensa.

É este o nosso papel como coaches de confli­to. Com ou sem técnicas específicas, apoia­mos nosso cliente a apropriar-se melhor de seu ponto de vista, a entrar em contato com seus sentimentos, a nomear as necessidades que não estão atendidas naquela situação. A partir desta jornada do cliente, a forma como reage, a maneira como se expressa e se relaciona podem mudar.

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