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Edição #40 - Setembro 2016

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Aquilo que me brilha os olhos

“Um ser inteligente traz consigo os meios necessários para superar-se a si mesmo.”
Henri Bergson

Trabalho com desenvolvimento de pessoas em organizações des­de 2007 e, bem cedo, no trilhar deste caminho, senti necessida­de de ir a lugares mais profundos com as pessoas. Colaborar para processos de aprendizagem mais significativos, mais sustentáveis e capazes de irrigar a aridez que o dia a dia do mundo corporativo impõe.

Partindo desta inquietação, co­mecei a buscar ferramentas, me­todologias que me amparassem nesta contribuição com as pes­soas e grupos com os quais tra­balhava e ainda trabalho. Após algumas conversas e pesquisas, entendi que o coaching poderia ser uma boa saída para esta mi­nha vontade.

Comecei então uma busca por uma formação que pudesse, como uma promessa, atender aos meus anseios. Examinei di­versos cursos e nesta minha ex­ploração encontrei formações de todos os jeitos: mais curtas, mais longas, com turmas grandes e pequenas, boas e duvidosas, de vários preços e com muitas linhas metodológicas. Esta busca durou quase um ano e, por algumas ve­zes, hesitei em começar a jorna­da. A esta altura, não compreen­dia que a dúvida para o início vinha de não me sentir chamada, da falta de algo que me brilhasse os olhos.

Foi então que descobri o coa­ching ontológico. Uma querida cliente me disse que tinha aca­bado de concluir uma formação com esta metodologia. Ela me explicou o método dizendo, en­tre outras coisas, que o foco do coaching ontológico é o desen­volvimento do ser. Que a pergun­ta essencial é: quem você quer ser quando atingir a sua meta? Esta fala abriu meus ouvidos e o meu coração e tocou minha alma. Quem você quer ser me parecia muito mais atrativo do que qual é a sua meta.

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