revista-coaching-brasil-logo-1 icon-bloqueado icon-busca icon-edicoes icon-login arrow-down-sign-to-navigate

Edição #37 - Junho 2016

Localize rapidamente o conteúdo desejado

O Coach aprendiz de feiticeiro

O coaching tem crescido no país como a promes­sa de uma nova vida profissional para o coach, um divisor de águas, o que separaria sua vida em dois momentos AC/DC (antes e depois do coaching). Antes, uma vida chata, monótona e sem dinheiro. Depois, uma vida próspera, trabalhando pouco e com muito prestígio. A proposta é sedutora e, com isso, tem trazido profissionais com boa formação, ou que querem uma boa formação, que estão de fato buscando um trabalho sério e resultante de grande esforço intelectual, mas também tem tra­zido o aprendiz de feiticeiro, que mal aprende o abracadabra e já sai querendo fazer magia por aí.

O coach aprendiz de feiticeiro é fácil de reconhecer. Se você fez um curso de formação destes de 200 pessoas por turma, certamente se deparou com um coach aprendiz de feiticeiro, ou vários. É fácil de reconhecer. Como ele, em geral, estudou pouco de comportamento humano, de psicologia ou de co­nhecimentos que são fundamentais para a prática, ele é o mais empolgado. Tudo é novidade e acredi­ta que na aplicação das técnicas vai dar absoluta­mente certo, conforme previsto. Dessa forma, logo depois de fazer a prática da ferramenta com seu partner do curso, se sente confiante de aplicá-la em qualquer lugar. Sai pela rua aplicando. No caminho para a casa, com o taxista. Na hora do almoço, com o garçom. Em casa, com a esposa e com o filho.

Tudo bem! Podemos dar um desconto para o coa­ch “Sabrina”. Afinal, quem nunca ficou encantado com um novo universo de conhecimento, com ferramentas que não imaginava existir, com fun­damentos aos quais não havia sido apresentado. Uma criança, quando aprende a soletrar, soletra tudo o que vê pela frente. Quando aprende a ler, lê até coisas que ninguém lê no dia-a-dia, como aquelas placas de aviso que ficam nos aeroportos, metrôs e ônibus. Isso é típico da aprendizagem.

Para ler este artigo completo...
Faça login ou conheça as vantagens de ser premium.
Faça seu login Veja as vantagens de ser Premium
Gostou deste artigo? Confira estes da mesma coluna:

Humanizar a comunicação: reivindicar e pesquisar práticas comunicativas humanizadas

“[Comunicar] trata-se de fazer o outro chegar perto da emoção e da força do vivido.” Ciro Marcondes Filho (2019, p. 26) Quando observamos a circulação do termo “comunicação” acompanhado de adjetivos que reforçam suas qualidades subjacentes, entendemos que pode haver uma ponta de denúncia e outra de reivindicação. Denúncia de uma comunicação mecânica, automática e... leia mais

14 minutos

Gestão de crise nas organizações: a necessidade da inteligência emocional em todas as etapas

Nunca fomos tão desafiados a gerenciar crises como no cenário atual. A pandemia causada pela COVID-19 trouxe um enorme desafio global, onde vida e morte estavam e ainda estão no centro das decisões mundiais. Dilemas de ordem política, econômica e ideológica tornaram-se evidentes, e crises diplomáticas surgem na corrida pelas respostas e soluções de enfrentamento. No campo mais... leia mais

14 minutos

Responsabilidade Social: o olhar de quem cuida

Só há uma norma pela qual uma época pode ser justamente julgada: em que medida ela permitiu o desenvolvimento da dignidade humana? Romano Guardini Assim como toda empresa é mais que uma atividade econômica, é, antes de tudo uma atividade dirigida por pessoas a serviço da sociedade, entendo que toda profissão – seja ela qual for -, carrega em si uma responsabilidade... leia mais

15 minutos

Os Fundamentos Generativos dos Resultados nas Organizações

Vendo Organizações com Novos Olhos Como seres humanos, sempre vivemos no mundo que podemos ver. Também convivemos com o que os psicólogos chamam de "cegueira cognitiva". Cegueira é a condição em que não sabemos o que não sabemos. Por exemplo, eu não fui treinado como médico, então eu não tenho as distinções, os "olhos" para ver o que um médico pode ver. O médico vê corpos de... leia mais

16 minutos

Tempos Pós-Normais: A Mudança está Mudando

“Existem dois tipos de mudança: a que nos acontece e a que fazemos acontecer.” Rosa Alegria Estamos entrando numa nova era da história. Saindo de um modelo que não estava dando certo – entrando num outro que ainda está por mostrar a que veio, nos defrontamos com o mais alto grau de incerteza já vivido, inaugurado pela pandemia covid19. O contato da experiência... leia mais

15 minutos
O melhor conteúdo sobre Coaching em língua Portuguesa
a um clique do seu cerébro
Seja Premium