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Edição #22 - Março 2015

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Editorial - Ed. 22

Caro leitor,

Você sente MEDO?

Aquele que apavora, que perturba, que paralisa, que incomoda, que faz suar, que inibe, que impede, que atravanca e que não te permite ser quem quer ser ou ter o que quer ter?

Pois é, bem vindo ao clube dos humanos!

Somos a única espécie no planeta que se pergunta: “Qual o sentido da minha vida?” e “Qual a vida que vale a pena ser vivida?”.

Assim, nos deparamos com um mar de possibilidades de atuação, de papéis a serem desempenhados, de opções de ser e estar. Para cada uma destas possibilidades, vamos enfrentar desafios, novos mares, desconhecidos, e que nossa mente, bem imaginativa, pode povoar com lindas figuras míticas, um pôr do sol tranquilo ao lado da pessoa amada, ou rechear de monstros, os mais apavorantes possíveis. E o mais interessante de tudo é que toda esta cena se passa exclusivamente dentro de nossas mentes.

Pode-se dizer então, que por detrás de toda limitação existe um medo?

Creio que sim.

O medo pode alertar para um risco eminente que nos compromete a integridade, sendo nosso melhor amigo. Também pode se tornar nosso maior limitador caso deleguemos a ele mais poder e autoridade do que deve ter. Visto assim, parece muito simples então. Re-alocamos o poder interno, colocamos o medo no seu devido lugar e viveremos uma vida plena.

Bom seria...

Existe uma frase muito famosa que diz “A ação cura o medo”. Será mesmo?

Para discutir e trazer mais luz sobre esta questão convidamos um belo time. Mônica Teixeira, Renato Ricci, Carlla D’ Zanna e Silvana Rangel. Eles analisam as múltiplas facetas do medo e o que acontece com ele quando começamos a agir, quando saímos da paralisia na qual o medo nos atira.

Venha também conhecer Epicuro, um fantástico filósofo que dizia que a vida é boa quando é prazerosa. Falando nisto, como está sua vida?

Tenha uma excelente leitura,

Luciano Lannes
Editor

Artigo publicado em 28/06/2017
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