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Edição #18 - Novembro 2014

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Editorial - Ed. 18

Caros assinantes,

“Sinto-me perdido.
Para onde ir?
O que fazer?
Em que direção foco minha atenção e energia?”

Você certamente já ouviu estas frases inúmeras vezes de seus coache­es e talvez já as tenha dito também em algumas ocasiões.

Muitas vezes na vida pessoal e na carreira, entramos em um estado no qual nos sentimos perdidos e sem direção. É comum vir a imobilidade e a tristeza junto. Outras vezes queremos sair deste estado através do movimento, mas movimento sem direção é certamente energia des­perdiçada.

Para onde ir? Pelo que vale a pena trabalhar, se esforçar, criar, arriscar e abrir mão de tantas outras coisas? O ser humano é movido por desa­fios. Assim, quando ele define metas, põe sua energia para trabalhar na concretização desta meta. As metas podem ser de todo tipo, das mais simples, como passar o dia de hoje em silêncio, a escalar o Eve­rest, e utilizemos aí a metáfora da montanha para metas realmente super audaciosas. As metas são muito democráticas e não possuem egos inflados. Para elas, as metas, não existe uma maior ou menor que outra: meta é meta. Ir à padaria ou escalar o Everest exigem passos, planejamentos, recursos e envolvem riscos, isto tudo em dimensões diferentes, mas não menos importantes. Uma pessoa em plena pre­paração para escalar o Everest pode ter seu sonho interrompido por um atropelamento indo à padaria.

Nesta edição vamos abordar as metas e sua importância em nossas vidas e na vida de nossos coachees. Vamos olhar por vários ângulos.

Edson Carli escreve sobre a importância das metas. Marcos Ashcar reflete sobre quando as metas não refletem nossos desejos, mas os de outras pessoas. Flávia Lippi nos fala sobre as metas que realmente ecoam forte dentro de nós, que podemos realmente chamar de nos­sas. Káritas Ribas nos presenteia com um texto onde traz o alerta dos coaches focados no que ela chama de Coaching de Plástico, que via de regra tem métodos padronizados de atingir metas, sejam elas quais forem.

Que você encontre nesta edição novos insights.

Luciano Lannes
Editor

Artigo publicado em 22/06/2017
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