Ao longo deste dossi percorremos um territ rio que muitas organiza es evitam nomear o da ruptura Falamos de demiss es n o como exce o mas como parte da din mica do trabalho De ciclos que se encerram de perdas reais de transforma es necess rias do que permanece depois que o v nculo formal se desfaz e de como cada um viv ncia nbsp e lida com esse impacto de forma singular carregando sentimentos que raramente encontram espa o para serem elaborados dentro das organiza es Os textos aqui reunidos mostram que demiss o humanizada n o um conceito conciliador nem um recurso ret rico para aliviar decis es dif ceis Tampouco se resume a gestos simb licos ou protocolos bem-intencionados Humanizar passa por tornar relevante e priorit rio aquilo que humano em contextos que tendem a ignor -lo No ambiente de trabalho isso se traduz em empatia possibilidade de express o preserva o da dignidade e valoriza o da experi ncia das pessoas Na demiss o esse princ pio se expressa na assun o dos efeitos da decis o O desligamento deve ser conduzido com responsabilidade tica relacional e sist mica reconhecendo-se que atravessa identidades hist rias profissionais rela es e projetos de vida Ignorar essa dimens o fragiliza pessoas e culturas Ao reunir perspectivas distintas da lideran a executiva psicologia da rea de Gest o de Pessoas experi ncia vivida o dossi evidencia que n o existe um modelo nico para conduzir desligamentos Existe no entanto um princ pio inegoci vel a coer ncia Coer ncia entre o que...