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Edição #11 - Abril 2014

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Sucessão, fundadores e herdeiros na empresa familiar

A maioria dos empreendedores-fundadores de empresas familiares que conheci nos últimos anos, tem dilemas e preocupações quanto ao desempenho dos papeis de líder familiar e principal gestor dos negócios. Sem exceção, são pessoas energizadas, com grande mérito pessoal e profissional, visão de mundo aguçada, competência negocial e alta taxa de força de trabalho. Criaram negócios de sucesso a partir de um sonho e na maior parte dos casos, com recursos limitados. Ao longo do tempo, tais negócios vêm gerando riqueza, bons produtos e serviços e emprego e renda para um grande número de famílias no Brasil.

Uma observação mais acurada fará surgir um contraponto no perfil e na vida dos fundadores. Com raras exceções, esses importantes homens e mulheres têm sido atingidos por uma situação que fragiliza a eles e, muitas vezes, aos seus negócios.

A armadilha do fundador

Todos os fundadores dedicaram à gestão de seus negócios o melhor de suas potencialidades pessoais, 100% de seu tempo, grande parte de sua energia física e mental. Reuniram pessoas de sua confiança, nem sempre tão competentes quanto confiáveis, para apoiá-los nessa empreitada empresarial. Costuma-se denominar esse tipo de funcionário pelo nome de yes man.

Preferem dizer “sim” a todas as ordens e orientações do seu líder, sem discutir nem contra-argumentar, com o objetivo de garantir sua posição, seu emprego, na empresa. Geralmente, trata-se de pessoas com pouca formação conceitual nas áreas em que atuam, baixo grau de auto-estima, inseguros e imaturos pessoal e profissionalmente, com longos anos de trabalho dedicados à empresa. Você deve conhecer algumas pessoas que se enquadram nessa descrição.

Suas empresas tiveram sucesso, o que os levou a criar a convicção que só eles são capazes de gerenciar o dia-a-dia e o futuro de seus negócios; que nenhum outro profissional conseguiria fazê-lo. Se for realizada uma visita a essas empresas, os fundadores poderão ser encontrados sufocados em meio a uma grande quantidade de papeis, telefonemas, compromissos comerciais e tomada de decisões, das mais simples às mais complexas.

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