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Edição #104 - Janeiro 2022

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Um outro olhar - Ed. 104

Nosso coach João nos traz o seguinte caso: faço um grande esforço para fazer meu trabalho de coaching de maneira séria e dedicada: estudo diferentes temas relacionados a coaching, faço cursos, atendo seminários e participo de um grupo de supervisão de coaching. Entretanto, noto que quando algum de meus clientes elogia minha atuação como coach, fico desconfortável porque acho que na verdade quem fez o trabalho foi o cliente. Quem devia receber os elogios é o próprio cliente e não eu! Como me apropriar de meu trabalho?

Caro João, sua perspectiva traz uma visão de que os resultados de processos de coaching são dicotômicos, de responsabilidade do cliente ou do coach. Entretanto, é claro que o que ocorre em coaching está vinculado aos dois, cliente e coach, ao relacionamento entre ambos. Proponho olhar para a apropriação do trabalho do coach por dois caminhos: papel do coach em propiciar uma relação de confiança entre coach e cliente e a criação conjunta do resultado de coaching, via relacionamento entre cliente e coach.

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