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Edição #97 - Junho 2021

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Luzes, câmera, ação! – parte 2

Gravando em 2021 - De volta para o futuro.

Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia (Lulu Santos).

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo (Raul Seixas).

Com o indispensável auxílio do Guia 4 Rodas, o DeLorean imaginário, nave fantástica que só a ficção literária pode oferecer, deixa o ano de 1971 e, em uma nano fração de segundo, viaja 50 anos através do calendário, chegando em 2021. Foi espantoso ver o Guia 4 Rodas se transformar em GPS, possibilitando uma aterrissagem com precisão milimétrica no mesmo local do artigo anterior. Telefones de disco preto e padronizados, que estavam sendo levados na DeLorean, como que por milagre, viraram celulares de última geração, para os quais existem variadas opções de marcas, modelos e cores.

Mas depara-se com uma surpresa inesperada: a chegada em 2021 foi em tempos de pandemia na Terra. Situação parecida com a da gripe espanhola de um século atrás. Naquela mesma empresa, ninguém nos escritórios. Todos foram para as suas casas, levando os seus notebooks, para continuar a trabalhar de forma remota. Nas fábricas, raríssimos colaboradores operando diretamente equipamentos e máquinas. A maioria dos operadores observa e controla as unidades de produção a partir de confortáveis salas com ar-condicionado, sentados em frente de telas de computadores, como se estivessem jogando videogames. Algo mais parecido com coisas idealizadas no mundo dos Jetsons.

Tempos modernos, mas não o que Charles Chaplin procurou mostrar em seu célebre filme retratando a época do fordismo, mas sim um outro em que a crescente presença de sistemas eletrônicos de automação e controle remoto transforma radicalmente o modus operandi de unidades de processos industriais, com cada vez menos gente nas áreas, se deslocando incessantemente por corredores e escadas das estacadas de produção. E com grandes ganhos para todos: menor variabilidade dos processos e produtos, maior disponibilidade dos meios de produção, maiores agilidade e flexibilidade para atender as demandas cada vez mais voláteis e incertas e melhor qualidade de vida para as pessoas (segurança, higiene do trabalho, ergonomia).

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