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Edição #41 - Outubro 2016

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Editorial - Ed. 41

Caro leitor,

continuamos nossa jornada pelos caminhos do Coaching Ontológico, aprofundando um pouco mais os conceitos que o fundamentam e vendo possibilidades de sua aplicação.

Nossa gratidão à Káritas Ribas que coordenou com brilhantismo estas duas edições abordando o Coaching Ontológico. Ela conseguiu reunir um grupo fantástico de pessoas que estavam em outros círculos e que agora agregamos com muito respeito e carinho ao nosso.

Henrique Santanna destaca em seu artigo que
...No coaching ontológico, enxergamos o ser humano como protagonista, com capacidade e poder de escolha. Também acreditamos que o ser humano está em permanente construção, um ser aberto. E agregando Maturana e Varela (2001), podemos afirmar que todas as escolhas feitas – até o momento – foram as melhores escolhas dentro da realidade e domínios que vivíamos….”.

Outro fator primordial no Coaching Ontológico é a linguagem vista como fator generativo, isto é, como geradora de novas realidades. Assim, dentro destas quatro premissas, um leque de possibilidades se abre, colocando o ser humano em uma posição protagonista, assumindo responsabilidades pelo que criou no passado, entendendo como o melhor que poderia ter feito nas circunstâncias, e como ser “não pronto”, em constante mudança, que tem opção de escolhas para a construção do futuro desejado. Como diz Maturana, “palavras não são triviais”.

Dumit, em seu artigo, nos traz: “...Além disso, a Ontologia da Linguagem reconhece o campo da linguagem como o elemento privilegiado da constituição do ser humano, que oferece sentido e significação à dimensão afetiva e corporal. Dado que estamos imersos na linguagem, não é possível descrever a essência das coisas senão através do uso da própria linguagem. Portanto, diante da impossibilidade de ascender a uma verdade metafísica, de como as coisas “realmente são” nos resta compreender a forma como as observamos e interpretamos….”.

Assim, convido você a rever os artigos de nossa edição anterior para saborear estes novos com mais intensidade.

Que estes conceitos e ideias possam ajudar a transformar e aprimorar sua forma de pensar e fazer Coaching.

Tenha uma excelente leitura.

Luciano Lannes
Editor

Artigo publicado em 05/09/2017
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