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Edição #21 - Fevereiro 2015

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Um outro olhar - Ed. 21

Na edição 20, nosso coach João nos trouxe a seguinte questão:
Atendi um cliente com problemas em seu casamento, que declarou que sua meta seria separar-se da esposa. Há alguns anos vivi um difícil processo da minha própria separação e precisei fazer terapia para me ajudar. Devo encaminhar esse cliente para um terapeuta?

Na edição anterior da Revista Co­aching Brasil (Edição 20), fiz uma pequena introdução e abordei um dos muitos prismas que entendo que essa questão traz em si, que foi a questão de nós, coaches, nos depararmos com clientes que tra­zem questões semelhantes à que já vivemos ou estamos vivendo no momento dos encontros.

Nesta edição, quero abordar ou­tros pontos da mesma questão e começo propondo que pensemos sobre nossa área de atuação. Seria o coaching restrito ao que chama­mos de “questões profissionais”? Ou melhor, é preciso fazer a distinção, como temos visto tão rotineira­mente, entre um coach executivo ou de carreira e um life coach?

Não penso que questões como essas possam ser respondidas pre­maturamente pois ainda não sa­bemos o papel que a profissão de coach terá no futuro. O que pos­so agora é expor reflexivamente mais dúvidas do que certezas.

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