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Edição #153 - Fevereiro 2026

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O que realmente significa Diversidade Cognitiva, e por que o Coaching precisa ampliar essa lente

Leitor e leitora Inicio esta coluna trazendo algumas reflex es para alinharmos expectativas pois falar sobre Diversidade Cognitiva n o apenas abordar neurodiverg ncias tratar de algo muito mais comum e ainda assim frequentemente negligenciado na pr tica somos todos neurodiversos Afinal n o existe um nico c rebro igual a outro neste mundo Ainda assim o significado de Diversidade Cognitiva mesmo que mais presente nas conversas sobre inclus o inova o e futuro do trabalho nbsp permanece reduzido a uma enumera o de diferen as individuais relacionadas a nbsp diagn sticos neuropsiqui tricos Quando falamos de diversidade cognitiva abordamos como as pessoas pensam e como percebem sentem interpretam e se relacionam com o mundo Trata-se de reconhecer que a experi ncia humana n o homog nea e que insistir em padr es de normalidade desempenho ou desenvolvimento produz exclus es silenciosas sofrimento ps quico e desperd cio de potencial Para o Coaching essa constata o central Voc j entendeu que h muito para se esclarecer Essa coluna se prop em h isso ao longo de suas edi es nbsp Base te rica r pida diversidade contexto e consci ncia A amplia o de nossas lentes para a diversidade cognitiva encontra respaldo consistente em diferentes campos do conhecimento O paradigma da neurodiversidade formulado inicialmente por Judy Singer prop e compreender varia es neurol gicas como express es leg timas da diversidade humana deslocando o olhar da patologia para a diferen a Essa perspectiva aprofundada por Thomas Armstrong ao evidenciar que diferentes perfis cognitivos carregam potenciais espec ficos No campo do desenvolvimento humano e das organiza es pesquisas conduzidas por Amy Edmondson demonstram que a seguran a psicol gica condi o fundamental para que diferen as cognitivas possam se expressar sem medo favorecendo aprendizagem inova o e engajamento J as contribui es da neuroci ncia interpessoal sistematizadas por Daniel Siegel refor am que cogni o emo o corpo e rela es constituem um sistema integrado sendo insepar veis nos processos de desenvolvimento humano Por fim abordagens como a Theory U indicam que a qualidade da escuta e o n vel de consci ncia de quem conduz um...
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