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Edição #42 - Novembro 2016

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Quando a própria organização é a geradora de seus conflitos internos

Para iniciarmos este tema é preciso nos perguntar:

- Onde começam os conflitos?
- Quais são os pontos (nevrálgicos) que estão pre­sentes na organização e que, muitas vezes, pas­sam desapercebidos?
- Quais questões são frequentes e que causam desconforto?
- Por que não são cuidados?
- Quais são as consequências dos conflitos, na di­nâmica das organizações e na vida das pessoas?

Para responder a estas perguntas, vamos lançar mão de informações concretas sobre as causas dos conflitos e outras de âmbito mais emocional.

Em 2009 a KPMG realizou uma pesquisa mundial e encontrou os seguintes números:

  • 30 a 50% do tempo de trabalho semanal das lideranças em todos os níveis são dispendidos de forma direta ou indireta com atritos, conflitos e suas consequências.
  • 10 a 15 % do tempo de trabalho em cada organização são dispendidos com a gestão dos conflitos.

A questão é entender o que está por trás destes números. E por que as organizações são gerado­ras dos seus conflitos?

Temos dúvidas se estes dados per­manecem iguais, se reduziram ou se evoluíram. A complexidade atu­al no mundo corporativo nos faz pensar que estes percentuais são até maiores hoje. Vamos conside­rar a longevidade da população e, consequentemente, a perma­nência no mercado de trabalho de pessoas com mais idade. Segundo projeções das Nações Unidas, no que diz respeito ao envelheci­mento mundial da população, em 1950, 8% da população tinha mais de 60 anos, hoje este número cres­ceu para 11% e até a metade des­te século deverá dobrar para 22%.

Lembremos dos programas de aposentadoria compulsória para funcionários com 45 anos. Ina­creditável. Hoje, vemos pessoas com uma vida produtiva bem mais longa, com uma energia enorme, contribuindo com as organizações e se desenvolvendo até mais de 65 anos.

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