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Edição #68 - Janeiro 2019

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Como ampliar a Investigação Apreciativa com o olhar antroposófico?

Descoberta. O que traz vida? Dream (Sonho). Design (Planejamento). Destino. Minhas forças... Diálogo... Perguntas... Passado, presente e futuro... Apreciar...

O que os 4 D’s acima e “elementos” da Investigação Apreciativa (IA) têm a ver com coaching? E, se têm, será que os fundamentos, ou as bases teóricas, destes “elementos” podem ser ampliados por outras visões?

As empresas, ou organizações, ao procurarem um consultor, ou um coach, têm a expectativa de que algo mude, ou se transforme. Que surjam respostas ou decisões sobre o futuro. Aqui, surge uma grande diferença da IA para outras abordagens: normalmente, a tendência é diagnosticar o problema e buscar sua solução, com um grupo reduzido de pessoas. Na IA, procura-se apreciar o que existe de bom e melhor, o que vivificou a organização. Então se imagina “Como poderia ser?”, determina-se “Como deveria ser?” e cria-se “O que será!”, envolvendo todas as pessoas. Sabemos que muito do que somos vem do passado e que simplesmente não adianta dizer: “Eu, se fosse você, faria isto.”. Porque “entra por um ouvido e sai pelo outro”. Não cria comprometimento! A solução tem que ser gestada pelas pessoas da empresa, ou pelo coachee... E aí entra a necessidade de energia positiva, sonhos, diálogos, perguntas, “vida!”, que são a base das 4 etapas, os 4 D’s, do processo da IA. Ele se desenvolve em torno de um “Tópico Positivo” e não em torno de um “problema”. Exemplo: para uma linha aérea, poderia ser “Como transformar a experiência de voo e a entrega da bagagem do cliente numa experiência altamente satisfatória?”

Como consultor, uma das metodologias que tenho na minha caixa de ferramentas é a IA. A uso no trabalho com grupos grandes e tempo curto. Também tenho várias práticas que se apoiam nos estudos e livros do Rudolf Steiner, o criador da Antroposofia. Vou sintetizar alguns conceitos e teorias que uso com o objetivo de ampliar o pano de fundo das abordagens, perguntas, diálogos e intuições da IA, ou para reafirmar a sabedoria da abordagem apreciativa.


Visão Antroposófica do Ser Humano (SH) e da Empresa/Organização

O SH tem: um Corpo Físico (é a matéria, que enterramos depois da morte); um Corpo Vital (que dá a vida, faz o coração bater, respirar, o sangue fluir, a digestão); um Corpo Astral, com os sentimentos, emoções e sensações, onde se alojam as habilidades sociais (ouvir, falar, observar, perguntar, aconselhar, acolher diferentes pontos de vista, negociar) e o pensar, sentir e querer/agir. E temos um Eu (a individualidade, sonhos de vida, planos, valores, consciência).

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