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Edição #60 - Maio 2018

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Por que nos machucamos tanto? – Parte 1

No último artigo, deixei a dica para você, caro leitor, de que trataria, hoje, sobre relacionamentos. Mas, antes de abordarmos o que acontece em relação às pessoas que nos cercam, é necessário tratar do relacionamento com o EU, ou seja, como me relaciono comigo, como deixo questões externas interferirem no que SOU e como proceder para me sentir LIVRE.

Hoje quero falar sobre uma técnica chamada resiliência, ou otimismo, estudada por Barbara Fredrickson e Martin Seligman. A ideia de resiliência é tão forte, que os Estados Unidos já investiram bilhões de dólares nessa técnica para trabalhar traumas de guerra que afetam centenas de soldados americanos e seus familiares.

Vale a pena falar sobre isso? Sim, vale. E vale também nos perguntarmos: Por que somos tão afetados por fatores externos, por que nos machucamos tanto? Por que entramos em estados emocionais desfavoráveis por fatores que não podemos controlar?

A explicação é muito simples! Nos deixamos afetar, porque há regras internas a nos dizer como o mundo deve ou não funcionar. Se fui educado em uma sociedade cujo pensamento é o de que uma pessoa não pode ofender a outra, quando alguém me insulta, me sinto ofendido. É uma questão de regra social, pessoal, moral, na qual fui criado.

Significa dizer que todas as vezes que entramos em um estado emocional, de tristeza ou de alegria, provocado por algum fator externo sobre o qual não temos controle, isso nos afeta. Em relação à felicidade, posso dizer que todas as vezes que nos sentimos felizes, plenos, isso acontece porque as situações vividas estão de acordo com aquilo em que acreditamos. Sempre que nos sentimos apaixonados, amados ou amando, significa que o que entendemos sobre paixão e amor está alinhado com a vida ao nosso redor. Porém, todas as vezes que nos frustramos, nos sentimos abandonados, isso acontece porque as regras do mundo exterior não estão condizentes com nossas crenças e o que esperamos das pessoas, da vida. Em outras palavras, nossa compreensão do mundo não está adequada com os sentimentos que o mundo ao redor nos provoca.

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