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Edição #60 - Maio 2018

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Um outro olhar

Nossa coach Maria traz o seguinte caso: 
Tenho um cliente de coaching executivo que remarca ou falta com frequência, sempre alegando compromissos profissionais urgentes. Chegamos à metade do processo e vejo resultados muito tímidos em relação aos objetivos contratados, embora ele diga que está muito satisfeito. Fico preocupada com essa falta de compromisso dele, e acho um desrespeito comigo e com a organização que está bancando esse contrato. Essa empresa é minha cliente há dois anos, e nunca tive problemas com os outros coachees que atendi. Como devo me posicionar?

Obrigada, Maria, por trazer um caso clássico de coaching dentro das organizações. Gostaria de convidá-la a refletir sob diferentes ângulos da questão. 

Vamos partir da premissa apreciativa de que cada ser humano está sendo o melhor que pode ser naquele exato momento. Com essa suposição em mente, podemos perguntar: quais poderiam ser as razões que o fazem colocar um pé no acelerador e outro no freio?  Essa poderosa metáfora de Robert Kegan ajuda a compreender os processos humanos instalados de Imunidade à Mudança. Queremos mudar, mas há ganhos secundários em manter o status quo. Isso faz parte de qualquer processo de mudança e cabe ao coach investigar com o Cliente quais são as premissas que mantêm seu pé no freio. 

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