revista-coaching-brasil-logo-1 icon-bloqueado icon-busca icon-edicoes icon-login arrow-down-sign-to-navigate

Edição #51 - Agosto 2017

Localize rapidamente o conteúdo desejado

As diferenças entre fazer Coaching e ser Coach

Trazendo consciência para as pessoas sobre a sua potencialidade e sua essência, através do Coaching.

O assunto vem me acompanhando já há algum tempo, e foi provocado pelo artigo de DeAnna Murphy com o título: “Você está fazendo Coaching ou sendo um Coach?”, publicado em julho de 2015, que decidi escrever a respeito. DeAnna é fundadora da consultoria americana Strengths Strategy e autora do e-book “Desbloquear Pontos Fortes - a Chave para Acelerar Desempenho, Energia e Relacionamentos”.

Talvez, meu caro leitor, como aconteceu comigo e imagino que com muitos Coaches, ao longo de nossa jornada, você não pensaria que existem diferenças entre fazer Coaching e ser Coach, afinal, o Coach é parte integrante do processo. Por outro lado, se nos sentirmos inseguros com tais diferenças, é bem possível que nos desconectemos da motivação que nos levou à atividade de Coaching – que, para mim, foi promover a transformação mais profunda, mais sustentável e poderosa possível.

Como cita DeAnna em seu artigo, uma pessoa com comportamentos de Coach pode parecer ter mecanismos de Coaching, entender das ferramentas e habilidades de Coaching e quando usá-los. Sua estrutura pode parecer eficiente e sua abordagem inconteste, podem ainda parecer sábios, ágeis ao responderem e confiantes nas soluções e na maneira como conduzem o cliente para encontrar respostas. O grande ponto é que isso não significa necessariamente que eles estejam sendo o Coach mais impactante e transformador de que são capazes. Mesmo quando se revelem perspicazes. No entanto, se todos os seus esforços não desencadearem o Coach interno da pessoa que estão servindo (Cliente/Coachee), eles não conseguiram ser Coaches na plenitude.

A exemplo de DeAnna, eu costumava pensar que fazer Coaching era suficiente se, na minha opinião, fosse bem feito e, principalmente, quando algum tipo de evidência de que estava funcionando, fosse oferecida pelo meu cliente, por exemplo um feedback, de como foi muito boa a nossa sessão, ou ainda um comentário que o que havia sido explorado numa dada sessão, funcionou ou trouxe bons resultados.

Para ler este artigo completo...
Faça login ou conheça as vantagens de ser premium.
Faça seu login Veja as vantagens de ser Premium
Gostou deste artigo? Confira estes da mesma coluna:

Sobre Atitudes e Futuros

Quando fui convidado para escrever um texto sobre Atitude, precisei parar e refletir: o que um futurista tem a dizer sobre esse tema? Para quem não sabe exatamente o que faz um futurista — ou, mais especificamente, o que eu faço como futurista — aqui vai uma breve explicação: Eu exploro, mapeio e decodifico sinais fracos (aquilo que está no reino das possibilidades) e... leia mais

12 minutos

Não existe Ano Perfeito, mas pode existir um Ano Verdadeiro

Há um segredo pouco conhecido sobre o início de um novo ciclo que pode fazer toda a diferença. Como psicóloga clínica e empresária, quero compartilhar algumas verdades importantes. Primeiro: o segredo não está em buscar algo perfeito, mas algo verdadeiro. Segundo: embora todos falem da importância da verdade, poucos explicam como se conectar com ela. Aqui você irá descobrir. Sempre... leia mais

13 minutos

Qual é o maior desafio para uma cultura inclusiva bem sucedida?

A alma deste artigo está em responder ao questionamento do título acima. O autoconhecimento é o maior desafio para se instituir uma cultura inclusiva assertiva e bem sucedida. Há um grande paradoxo humano que instala a dimensão social na vida de homens e mulheres. O ser humano tem natureza social, inexoravelmente. A começar por nascer do encontro afetivo de duas pessoas, que unem suas... leia mais

12 minutos
O melhor conteúdo sobre Coaching em língua Portuguesa
a um clique do seu cerébro
Seja Premium