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Edição #45 - Fevereiro 2017

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Sobre Dickens, enzimas, viscosidade e o tempo

O momento mais difícil ao tentar descrever uma experiência é como elaborar o início do texto. Sei que não con­seguirei imprimir a curiosidade deflagrada por Dickens ao iniciar seu Conto de Duas Cidades: “Era o melhor dos tempos, era o pior dos tempos... um período de luz e um período de trevas...”. Momentos de grandes transforma­ções pessoais e profissionais sempre trazem esta ambiguidade, mencionada logo ao início do livro, como parte do cenário. Mas, apesar do efeito transformador do processo ter seu paralelo ao que a Revolução Francesa trouxe ao mundo (e às duas cidades do conto), a linha tênue entre a aplicação proposital da hipérbole e o disparate da descomedida comparação, fez-me refutar o uso simples da citação, que poderia levar a uma comparação direta do escopo de impacto de ambas as transformações. Fico então com a opção mais simples para o começo deste texto: tentarei resumir aqui como um momento de desafio pessoal e profissional foi auxiliado por um processo, corpora­tivo e estruturado, de crescimento, dos que vivenciavam o desafio inerente à liderança de pessoas.

Um dos meus desafios na carreira exe­cutiva foi não ter tido educação aca­dêmica formal quanto aos processos envolvidos na gestão de pessoas. Mas dado o desafio, acredito que todos que o enfrentam seguem em uma jornada empírica baseada não só no aprendiza­do a cada etapa, mas também na busca ativa de modelos, exemplos e reflexões que auxiliem na missão de correspon­der ao que esperam aqueles que te escolheram para liderar, como também ao que merecem aqueles que estão sob sua liderança. Felizmente, sinto que me beneficiei de um período no qual as corporações já tinham percebido que novos tempos exigem adaptações frequentes e que, entre investir em projetos de novos produtos/serviços e investir no desenvolvimento dos gesto­res de pessoas, não há oposição e sim congruência.

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