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Edição #44 - Janeiro 2017

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Coaching Interno: fazer ou não fazer?

Coaching como atividade?
- Acabou de chegar

Coaching como profissão?
- Acabou de estrear

Coaching interno?
- Nem sabemos se vai pegar

Criar, implementar, desenvolver um processo de coa­ching é, usando um clichê, um desafio por si só.
As organizações de hoje, recheadas de atividades processuais bem estabelecidas, com controles, metas, indicadores e recompensas, aca­bam por deixar pouco espaço para que as pessoas possam fazer desse lugar, um espaço de liberdade do livre pen­sar e de protagonismo em suas pró­prias carreiras.

Dificuldades na gestão de pessoas, em instituições cada vez mais lideradas por gestores jovens e com sangue nos olhos para provar que viram, vieram e venceram, se repetem e se multipli­cam em níveis estratosféricos.

Vejo que as áreas de recursos huma­nos, que agora são chamadas de área de gente, visam desenvolver suas lideranças, ainda por meio de méto­dos conservadores, como programas acadêmicos, pelos antes chamados centros de treinamento e agora ape­lidados de universidades corporativas do saber.

Os nomes são ilimitados, mas os resul­tados... nem sempre.

Coaching veio com a missão de agre­gar, mais do que uma proposta de mu­dar essa ordem das coisas.

Afinal, sabemos desde sempre, o co­nhecimento adquirido, o saber, as li­ções aprendidas, acumuladas ao longo do tempo, serão sempre uma referên­cia do que já foi feito e que, se repeti­do, dará certo.

O coaching, não.
O Coaching tem bem delineado um perfil de mudança, de condução de um processo que está localizado em um ponto A para um ponto B.
E uma das premissas para que o resul­tado se concretize deverá ser a condu­ção por um profissional isento. Sem laços de interesses, e menos ainda, de interesses conflitantes.

Pois bem: é aí que a “porca torce o rabo”.

A pergunta é: como vencer os desa­fios de fazer parte da mesma cultura dos Coachees?

E a minha resposta, pela experiência que tive, é que sim, podemos vencer esse desafio, partindo de premissas básicas na sua implementação.
É claro que são condições que perme­avam as ações da área de RH da em­presa na qual trabalhava e que, não necessariamente, devam ser preexis­tentes naquelas que queiram fazer o coaching interno.

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