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Edição #40 - Setembro 2016

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Editorial - Ed. 40

Caro leitor,

Seja muito bem vindo à nossa edição de número 40, tratando de uma abordagem muito interessante do Coaching, ainda desconhecida da maioria daqueles que abraçaram este trabalho tão rico e transformador.

Convidamos Káritas Ribas para coordenar esta e a próxima edição, ambas que abordam o Coaching Ontológico. A edição atual traz um pouco da história e dos fundamentos. A próxima fará um mergulho para aprofundar ainda mais a visão, conhecimentos, amplitude e possibilidades do Coaching Ontológico.

Várias são as abordagens utilizadas pelas escolas que oferecem formações. Achamos importante que algumas destas abordagens fossem exploradas em maior profundidade para que nossos leitores possam tanto ampliar suas visões como melhor identificar suas afinidades pessoais por uma ou por outra.

É importante que aquele que pratica o Coaching identifique qual metodologia e filosofia melhor se coaduna com seus valores, princípios, crenças e jeito de fazer as coisas acontecerem. Para isto, torna-se fundamental que tenha contato com várias escolas e metodologias com genuína curiosidade para que possa explorar nuances e detalhes que possam ser incorporados à sua prática.

O que notamos no dia a dia, principalmente com os coaches experientes, é que sua práxis é formada por uma colcha de retalhos. Em primeiro lugar, o coach teve que eleger aquela metodologia que servisse de fio condutor, de eixo, espinha dorsal, que apoiaria e ampararia toda a lógica de seu agir. Em seguida, começa a coleta de peças de um e de outro método, que para ele fazem sentido, que são congruentes com sua linha mestra. A cada atendimento, a cada prática, congresso, webinário, e mesmo numa conversa informal com um colega, novas folhas se juntam à sua árvore do conhecimento.

O Coaching Ontológico, pelo qual tenho a mais profunda admiração, representa para mim uma das abordagens mais humanas, sistêmicas, integradoras e transformadoras. Como diz Ed René em seu artigo, “O que está em jogo é a “forma de ser que somos”. Implica observar, questionar e transformar os princípios de coerência que sustentam nossa persona”.

Delicie-se nesta viagem ao estudo do “ser que somos”. Um caminho transformador.

Tenha uma excelente leitura.

Luciano Lannes
Editor

Artigo publicado em 18/08/2017
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