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Edição #36 - Maio 2016

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Percorrendo o Triângulo Dramático de Karpman

Sou Coach e quando estou fa­zendo supervisão de coaching, tenho a chance de examinar meus próprios padrões e pon­tos cegos, e como estes po­dem influenciar o meu modo de fazer Coaching e os meus clientes.

Como Coach e envolvida com supervisão, reflito a respeito de quem eu sou, como estou levando meus processos e como isso impacta o meu clien­te. Seria como se a supervisão de Coaching segurasse um es­pelho para me ajudar a ver mi­nhas experiências de maneira mais clara. Para que isso seja alcançado, existem muitas ferramentas e modelos que podem nos ajudar.

Uma abordagem que eu venho experimentando é o Triângu­lo Dramático de Karpman que tem como base a análise tran­sacional.

Análise Transacional (AT) é descrito como “uma teoria de personalidade e uma psicote­rapia sistemática para o cres­cimento pessoal e mudança” (Associação Internacional de Análise Transacional - ITAA). AT parte do princípio que to­das as pessoas estão bem, que podem tomar suas próprias decisões e que estão interes­sadas em crescer e se desen­volver.

AT e o Triângulo Dramático de Karpman, são maneiras com as quais um supervisor de Coa­ching pode ajudar-nos a escla­recer e compreender relacio­namentos, para que possamos estar conscientes de nossos pontos cegos e ter o potencial de tomar decisões diferentes.

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