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Edição #36 - Maio 2016

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Um outro olhar - Ed. 36

Nosso coach João nos traz o seguinte caso:
Sou Business Partner de RH atuando na área de compras de uma grande empresa multinacional de varejo. Recen­temente,eu e meus pares de RH fizemos um curso de Coaching para que pudéssemos atender demandas pontuais das áreas atendidas. Definimos que atenderíamos demandas de conflitos e tomadas de decisão em negócios, per­formance e desenvolvimento de times nos níveis de gerencia média, coordenação e supervisão. Recentemente,um executivo da área de compras, área na qual atuo, me procurou, pedindo um processo de Coaching. Disse que esta­va com um dilema de carreira e que precisava da minha ajuda. Este profissional é um diretor executivo que ocupa uma posição sênior, de importância estratégica na organização, um nível abaixo da Vice-Presidência. Confesso que fiquei envaidecido em poder atendê-lo, pois até então eu estava atendendo os níveis abaixo das gerências da área dele e todos os níveis seniores da gerência executiva e acima são atendidos por coaches externos. Minha primeira reação foi direcioná-lo para um coach externo, mas ele me disse que o meu conhecimento em RH e da cultura da empresa era mais importante para o dilema dele, dizia tratar-se de um tema pontual, que exigia uma solução urgente, por isso acreditava que uma sessão seria suficiente. Minha autoestima estava nas alturas com tamanho reconhecimento! Agendei com ele um horário no mesmo dia, no final do expediente. Ele achava que seria um horário tranquilo, sem interrupções, com pouca exposição e maior garantia de confidencialidade. Ele trouxe como demanda uma questão de cunho organizacional. Sua preocupação era com sua carreira. Já estava há algum tempo na posição e não estava enxergando oportunidades de movimentações desafiantes. Com 49 anos precisava correr contra o tempo. O mercado exige profissionais cada vez mais jovens e ele queria assumir uma vice-presidência an­tes dos 50 anos, a média etária dos VPs da empresa. Argumentei que a preocupação de idade não era tão relevante visto o reconhecimento e posição estratégica que ele ocupava na organização.

Oi João, a esta altura não sei qual a decisão que você tomou em relação ao seu dilema, mas seu caso nos traz uma reflexão interessante sobre o tema RH e Coaching. Seu caso é um exemplo típico de conflito de inte­resses entre empresa e funcionário. Conversei com três pessoas sobre o seu caso, queria ouvir à luz de dife­rentes perspectivas. Participaram, portanto, desta discussão,minhas amigas: Lily Seto – coach, superviso­ra e consultora no Canadá que já foi RH e Coach Interna, Tereza Cristina Zibordi de Oliveira,consultora e coa­ch em São Paulo e Terezilde Sampaio,que atua na Bahia, como coach e con­sultora, e é ex-RH. Todas entraram com suas experiências e expertise de terem atuado em RH e/ou consultoria e atuarem como coaches de execu­tivos, externas às empresas. Joçao, eu também trabalhei 23 anos com RH antes de ser Coach Executiva e externa.

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