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Edição #35 - Abril 2016

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Supervisão em Coaching Executivo - Necessidades do uso de Supervisão

A relevância da Supervisão - termo cujo uso e significado já foi explorado em reflexões importantes constantes do artigo de Rosa Krausz nesta edição – para o desenvolvimento contínuo da prática do Coaching Executivo, reside na contribuição de uma visão alternati­va, fornecida por um profissional mais experiente, que inspire a confiança do Coach, e que provoque neste reflexões sobre a qualidade do Coaching pratica­do, ampliando a consciência sobre os processos nas perspectivas de todos os seus componentes e fatores inter­venientes.

De acordo com o modelo preconiza­do por Peter Hawkins e adaptado por ele, Shohet, Ryde e Wilmot (2006), para cenários de Coaching, esses compo­nentes e fatores englobam o cliente (Coachee), a intervenção praticada pelo Coach (sua visão, suas hipóte­ses de trabalho, os questionamentos praticados), a relação Coach-Coachee (quem conduz, as responsabilidades de cada um), o Coach (seus sentimen­tos, pensamentos, reações), a relação Coach-Supervisor (que pode espelhar a relação Coach-Coachee), o Supervi­sor (auto-reflexão) e o contexto (so­cial, político, o sistema que engloba as relações, o contexto organizacional do cliente, mudanças legais e ambien­tais que interferem no Mercado), que constituem as sete áreas a serem ex­ploradas nos diálogos entre Supervisor e Coach, dentro dos princípios de não­-diretividade e relação equiparada, ca­racterísticas bastante aproximadas da relação Coach-Coachee em processos de Coaching Executivo e Empresarial. Esse Modelo, exposto com brevidade, é conhecido como Seven-Eyed Model of Supervision.

Os autores e estudiosos em Super­visão podem diferir em opiniões e abordagens em relação à prática da in­tervenção, mas nota-se um consenso geral relativo à contribuição dessa outra visão para o aprimoramento constante da prática do Coaching Executivo, resultante das refle­xões provocadas naqueles que a recebem.

É a característica do Coaching Executivo de ser uma atividade profissional muitas vezes praticada por profissionais que atuam de forma autônoma, que aumenta a relevância da contribuição dos processos que co­nhecemos sob o nome de Supervisão – termo “emprestado” de outras ativi­dades profissionais de ajuda, tais como a Psicoterapia, a Psicologia, o Serviço Social, entre outras.

E para contribuir para a identificação de necessidades adicionais ao desejo e ao impulso para o desenvolvimento contínuo, o objetivo do presente ar­tigo é comentar os sinais apontados por Jenny Rogers (2004), em sua obra "Coa­ching Skills", à luz da experiência de minha prática profissional como Coach Executiva e Empresarial que também atua em Pro­cessos de Supervisão.

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