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Edição #34 - Março 2016

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Depressão: um mal contemporâneo?

Somos uma sociedade de pessoas com notória infelicidade: solidão, ansiedade, depressão, destruição, dependência; pessoas que ficam felizes quando matam o tempo que foi tão difícil conquistar.
Erich Fromm

Você conhece alguém que está ou já esteve com depressão? Você já teve depressão?
Eu já... E conheço muitas pessoas que têm, tiveram, e algumas que nem sequer sabem que estão deprimidas.

Uma rápida olhada nas mídias nos leva às notícias sobre o aumento dos casos de depressão. A OMS – Organização Mundial de Saúde aponta a depressão como uma das principais causas de afastamento do trabalho.

O tema “depressão” nunca esteve tão presente. É objeto de investigação em artigos, entrevistas, reportagens, documentários, etc.

“A depressão é um problema de saúde pública, e será o mal do século 21, juntamente com a síndrome do pânico”, diz Sílvia Ivancko, psicoterapeuta e psicóloga do Instituto de Cancerologia de São Paulo. Os números da depressão são mesmo alarmantes: embora não se tenha um cálculo exato, estima-se que cerca de 30% da população mundial sofra da doença, sem saber. (http://www.terra.com.br/saude/especiais/depressao_1.htm).

E por que será que a depressão tem aparecido com tanta frequência? Será decorrente das pressões da vida moderna?

No artigo anterior, refletimos sobre o peso da necessidade social de parecermos felizes e como este pode levar à depressão. Proponho, agora, uma reflexão: em que medida a vida moderna e sua pressão por resultados, a correria desenfreada, a crise de valores, entre tantos outros males, podem resultar na maior incidência de episódios de depressão.

Atualmente, a depressão é considerada como doença incapacitante para o trabalho e acredita-se que até 2020, 800 milhões de pessoas serão acometidas por essa patologia no mundo. Ela é típica dos grandes centros urbanos, onde a correria do dia a dia, a cobrança social para que sejamos excelentes em tudo e a obrigação de parecer feliz, é muito maior.

Minha avó dizia que no tempo dela não existia depressão; que isso é uma doença moderna. Sábias palavras...
Claro que a depressão já devia existir, mas era vista como uma certa melancolia... Lembram dos poetas parnasianos e seu desejo de morte, sua tristeza crônica? Em alguns círculos e em determinada época, o ar melancólico, um certo ceticismo e tristeza caíam bem, como uma espécie de charme... Contudo, creio que os números não eram tão alarmantes... Hoje fala-se até de depressão infantil!!!!!

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