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Edição #32 - Janeiro 2016

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O mosaico de competências para se formar um Coach

Um dia, em 1992, estava eu numa sessão de desenvolvimento para um profissio­nal de uma grande empresa para a qual estava dando uma Consultoria, quando ele me disse: “- Seu Coaching é impressio­nante, muito eficaz; acabo de voltar do Canadá, onde conheci o processo e nem sabia que alguém aqui fazia isto”. Con­fesso que não tive coragem de pergun­tar: “- Mas o que vem a ser Coaching?”

Em seguida da sessão, iniciei minhas pesquisas a respeito, buscando livros e profissionais que estivessem, por acaso, ligados ao que seria o tal Coaching. Ain­da não podíamos contar com a Internet e o caminho era mesmo com as experiên­cias de alguns profissionais e a literatura a respeito.

Podia-se contar nos dedos o número de profissionais que estavam ligados à nova prática, sobretudo aqueles que, como eu, caíram diretamente na fonte do Coaching: as descobertas que Timo­thy Gallwey já vinha fazendo desde o início dos anos 70, nos Estados Unidos, e também os trabalhos do inglês John Whitmore, que buscou especificamente a metodologia de Gallwey e foi traba­lhar com ele lá.

Mas por que aquele profissional achava que o que eu fazia podia ser chamado de Coaching? Descobrindo cada vez mais a prática de Tim Gallwey, fui me dando conta das coincidências: a primeira e maior delas, o conhecimento e o uso da percepção como instrumento primeiro da aprendizagem e do desenvolvimen­to, não só de si mesmo, mas na facilita­ção da aprendizagem do outro.

Na nossa concepção de trabalho de de­senvolvimento, não se propõe nada a ninguém, sem se passar primeiro pelos mesmos caminhos para se ter uma ideia, por menor que seja, da estrutura e das possibilidades do que é proposto. Não ape­nas saber conceitualmente, mas, de fato, experimentar e, ao propor, não correr o risco de tratar os outros como “objetos” de nossa ação. O cuidado com as pessoas sempre foi marca especial de tudo que fa­zemos.

Gallwey tinha feito algo semelhante, quan­do, percebendo a importância da percep­ção, foi desenvolver-se num Ashram india­no. E com sua percepção ampliada, aos poucos, foi fazendo descobertas essenciais para a construção da teoria do Coaching. Era professor de tênis e, atento à sua re­lação com os alunos, fez prosperar sua pesquisa, trabalhando diretamente sobre aprendizagem. Depois foi convidado a le­var a prática para as empresas e continua, até hoje, trabalhando com ela na sua pró­pria escola, The Inner Game School, e, mais recentemente, em outros países, na The Inner Game International School.

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