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Edição #29 - Outubro 2015

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CRISE: Somos todos responsáveis

Crise, crise, crise. A palavra do momento.

Notícias alarmantes transbordam na televisão e em todos os meios de comunicação todos os dias. O medo e a insegurança invadem nossa sala e nos colocam em estado de alerta. Difícil não se deixar afetar. Só de ouvirmos ficamos arrepiados e com medo. Acreditamos que essa é mais uma turbulência a atravessar e que logo vai passar. Situações como essas tendem a mobilizar sen­timentos. Nossas limitações são amplificadas nestes momentos, mais do que nossos talentos.

Por que essa palavra tem esse poder?

Simplesmente porque atribuímos a ela o sen­tido mais negativo, o significado de que algo ruim irá acontecer, de que mudanças estão sur­gindo e, junto, um futuro incerto. E a TV não nos deixa esquecer.

Por que não atribuímos o signifi­cado de oportunidade, do novo, da mudança e do crescimento? O desenvolvimento da humanidade passou por inúmeras crises. Saí­mos delas mais fortalecidos, mais conscientes, mais experientes e prontos para o futuro.

Foi sempre assim!

Ampliando a nossa percepção, sem dúvida, estamos diante de enor­mes problemas: guerras, êxodo, terrorismo de estado, intolerância, exageros de grupos fundamen­talistas, descaso com a natureza, fome, poluição e muitos outros. Estamos diante de um colapso da economia mundial e da necessida­de de um modelo econômico mais sustentável.

Vivemos um mundo cada dia mais complexo e essa complexidade é determinada pela diversidade, co­nectividade e interdependência dos inúmeros e variados compo­nentes. Complexidade, por vezes, é sinônimo de incerteza, ambiguida­de, desorganização.

Crise tem resultado não determi­nado, portanto é natural sentir­mos receio, medo e insegurança – é absolutamente normal nos de­pararmos com esses sentimentos. Mas se é improvável um ambiente isento de crises, a questão então passa a ser: como ressignificamos a crise. Essa escolha determinará nossa energia e o resultado. Se acre­ditarmos que ela nos ameaça, nos retrairemos, nos isolaremos e nos protegeremos. Se tratarmos como uma chance de fazer diferente e ino­var, bingo! Teremos muitas chances de avançar e descobrir coisas novas.

Sejam bem-vindos ao mundo das constantes transformações e mu­danças!

Vamos pensar na seguinte situa­ção: em um belo dia, estamos ca­minhando e uma tempestade se aproxima. O que fazemos? A maio­ria das pessoas corre, se esconde e procura um abrigo para se pro­teger, evitamos nos molharmos e ficamos torcendo e rezando para que a chuva vá embora logo. Mui­tos de nós nunca estamos prepara­dos. Quando a chuva se vai, saímos do nosso abrigo e continuamos ca­minhando na mesma direção, indo ao encontro do objetivo que tínha­mos em mente no minuto anterior ao da chegada da tempestade.

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