icon-bloqueado icon-busca arrow-down-sign-to-navigate

Edição #22 - Março 2015

Localize rapidamente o conteúdo desejado

A anatomia do MEDO

Todos n s temos sonhos que parecem imposs veis Muitos de n s queremos chegar a lugares onde as vagas s o limitadas e em muitos casos o nico obst culo que nos separa da conquista o medo uma pequena e insignificante linha que separa o tudo do nada Medo um sentimento caracterizado por um impulso de dor ou agita o produzido pela sensa o de um mal iminente real ou imagin rio que desencadeia sensa es de amea a perigo desprote o dor e at mesmo sensa o de morte O medo nos d a sensa o de que n o conseguiremos enfrentar a situa o como se estiv ssemos vulner veis ao acontecimento e f ssemos sucumbir ao evento Principais Tipos de Medo Medo Equilibrante positivo porque nos protege diante dos perigos reais e nos alerta para o fato de cuidarmos com carinho do que temos e das pessoas que amamos para n o perdermos Medo Destruidor Este tipo arru na nossos interesses n o contribui para nossa evolu o sabota nossos desejos e freia nossos talentos Medo Gen tico De acordo com cientistas nascemos com tipos de medos de som alto de cair e de ser abandonado Os outros adquirimos Medo Adquirido nbsp Foram programados atrav s de experi ncias informa es repeti es e acontecimentos Medo Real Gera precau o A precau o um estado de prote o que tomamos quando existe perigo real preserva o da vida Medo Irreal o que nos domina e nos impede de tomar as atitudes necess rias e adequadas no momento certo Este tipo de medo est baseado somente na imagina o e n o na raz o Ele normalmente envolve o que pode acontecer no futuro e n o o que est acontecendo Segundo estudos da Universidade de Michigan dos medos s o totalmente infundados e jamais acontecem concentram-se no passado s o de coisas insignificantes Dos restantes apenas a s o leg timos Efeitos do medo Fisiol gico H uma resposta fisiol gica que libera o cortisol horm nio do estresse que nos prepara para lutar ou fugir O cora o bate mais forte h uma descarga de cortic ides horm nio do medo a press o sangu nea sobe os m sculos ficam tensos as art rias dilatam-se a transpira o aumenta e o nosso f gado libera glicose Emocional Cumprida sua fun o de alertar ao...
Para ler este artigo completo...
Faça login ou conheça as vantagens de ser premium.
Faça seu login Veja as vantagens de ser Premium
Gostou deste artigo? Confira estes da mesma coluna:

Escuta profunda: onde a presença se torna visível

Por que ouvir alguém sem formular a próxima resposta na cabeça tornou-se um dos atos mais revolucionários da atualidade.   Ao longo deste dossiê fomos descobrindo que a presença talvez seja muito mais do que permanecer no momento presente. Ela começa quando recuperamos o espaço entre o estímulo e a resposta, ganha força quando reaprendemos a cultivar a curiosidade e amadurece à... leia mais

14 minutos

Quem não lê pensa com a cabeça dos outros

O impacto silencioso do repertório na sua liderança, nas suas decisões e na sua capacidade de inovar   No artigo anterior, vimos que a leitura profunda obedece à mesma lógica dos juros compostos. Quinze minutos diários parecem irrelevantes no curto prazo, mas produzem um efeito acumulativo impressionante ao longo dos meses e dos anos. Mas agora precisamos fazer uma pergunta... leia mais

12 minutos

Etarismo não tem idade, maturidade também não

Quero começar este texto desafiando um consenso confortável. Quando a revista Coaching Brasil me convidou para escrever um artigo sobre a maturidade, fiquei feliz e, ao mesmo tempo, alerta. Feliz porque o tema é urgente. Alerta porque, quase sempre, ele é tratado pela metade: reduzido a “os desafios do profissional 60+”, como se etarismo fosse problema de quem tem cabelo branco e... leia mais

12 minutos

Quando a performance não basta!

"Eu sempre posso escolher, mas devo saber que, se não escolher, ainda estou escolhendo." Paul Sartre   Performance, tema pulsante e inquietante em todos os grandes debates. Por trás de sua aparente simplicidade, que sugere resultados, entregas e eficiência, existe uma complexidade profunda: não se trata apenas de o que se entrega, mas como esse processo ocorre e, especialmente,... leia mais

14 minutos

A Beleza da Pausa como Movimento Consciente

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma Até quando o corpo pede um pouco mais de alma A vida não para Enquanto o tempo acelera e pede pressa Eu me recuso, faço hora, vou na valsa A vida é tão rara Paciência ~ Lenine, 1999   Essa música do Lenine, além de linda em letra e melodia, é um convite à desaceleração consciente, a partir de um lugar de presença e... leia mais

18 minutos
O melhor conteúdo sobre Coaching em língua Portuguesa
a um clique do seu cerébro
Seja Premium