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Edição #18 - Novembro 2014

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Coaching de Plástico

Temos muitos benefícios relacionados ao fato dessa prática ter entrado for­temente nos discursos corporativos e acadêmicos. Criamos espaços para conversas significativas, que estão cada vez mais raras por razões diver­sas, como a falta de tempo em virtude da pressão por resultados, a falta de interesse e de recursos para olharmos para nós mesmos e para nossos com­portamentos. Além disso, na minha experiência, tenho visto cada vez mais a aridez de repertório individual para que uma conversa significativa possa se sustentar.

Toda nova disciplina ou nova profissão necessita de um “tempo de acomodação” para se consolidar enquanto tal e quando olhamos para o traje­to do Coaching enquanto nova disciplina, vemos que muitas iniciativas vêm sendo empreen­didas, principalmente no sen­tido de capitalizar a qualquer custo tudo que o envolva.

Um exemplo disso é o surgi­mento de inúmeros cursos que se propõem a formar coaches em 2 ou 4 dias. As formações vira­ram uma indústria e seus pro­ponentes, na maioria das vezes, sequer fazem atendimentos de Coaching ou trabalham com equipes. São pessoas que se ex­pressam razoavelmente bem e falam de um “mundo ideal” do Coaching, que raramente se concretiza na prática.

Recebi recentemente um anún­cio por e-mail de uma pessoa que se propunha a “revelar” em apenas uma hora, on-line, segredos que as escolas de formação não “querem” que ninguém saiba. É claro que de­pois disso eram desfiadas uma a uma as contas do “rosário” de promessas de facilidades, de passo-a-passo, de reconhe­cimento público, e de renda satisfatória e abundante. Um negócio que, diga-se de passa­gem, eu adoraria ter!

E é com essa esperança que nascem algumas escolas de Coaching que ministram for­mações e, literalmente, arre­messam no mercado o que tenho chamado de “órfãos do Coaching”, ou seja, pessoas que investiram alto e não têm a menor ideia do que fazer com aquele pacote de ferramentas que lhes foi entregue em um fim de semana, além de espera­rem (ingenuamente) que fica­rão milionários.

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