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Edição #141 - Fevereiro 2025

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2025: O Ano para Sair do Looping

Todo in cio de ano traz a sensa o de um recome o uma oportunidade de virar a p gina e escrever uma hist ria diferente Mas por que mesmo com as melhores inten es continuamos repetindo os mesmos comportamentos e por consequ ncia obtendo os mesmos resultados A resposta simples reconhecer o padr o repetido at aqui pois esse o primeiro passo para acessar a possibilidade de criar um futuro genuinamente novo Na pr tica isso significa que se voc ainda n o compreende a origem do padr o dos comportamentos moldados nos primeiros anos de sua vida um padr o que depois de ser repetido milhares de vezes se transformou na sua personalidade ent o ele continua influenciando silenciosamente suas decis es a es e sobretudo tudo aquilo que voc define como realidade No ambiente corporativo isso ainda mais evidente Ciclos intermin veis de competi o a busca fren tica por resultados de curto prazo e cren as sociais que glorificam o esfor o excessivo e a meritocracia individual perpetuando comportamentos que limitam n o apenas os l deres mas tamb m suas equipes organiza es e consequentemente clientes Um padr o de escassez e sobreviv ncia em looping onde no final do dia todos perdem Por m poucos param para observar que estes padr es refletem em sua grande maioria cren as herdadas de nossos antepassados criadas para um mundo anal gico linear lento e previs vel um contexto de poca que n o existe mais No entanto essas cren as programadas em nossas mentes ainda na inf ncia de forma inconsciente continuam moldando nossos comportamentos no presente Incapazes de lidar com um mundo digital multidimensional r pido e imprevis vel Resumindo somos humanos em pleno s culo que acreditam que somos aquilo que fazemos ou deixamos de fazer sobrevivendo como se as nicas op es fossem pisar mais forte no freio ou no acelerador Um estado de profunda desconex o com a nossa ess ncia fruto da aus ncia de espelhamento e do peso das condi es impostas por nossos pais para que fossemos vistos reconhecidos e dignos de aten o que nos tornaram incapazes de reconhecer e aceitar plenamente quem realmente somos...
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