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Edição #14 - Julho 2014

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No jogo, tudo pode acontecer

“O sonho de ser campeão não acabou”
Neymar Jr.

Dia 17/06/2014. Recebo em casa o exame de ressonância magnética de minha filha adolescente, que neste ano de 2014 se preparava para pres­tar o vestibular para medicina. O diagnóstico. Neoplasia cerebral. Dia 05/07/2014. No jogo entre Brasil e Co­lômbia, Neymar Jr. é atingido pelo jo­gador adversário e sofre uma lesão na coluna. Está fora da Copa do Mundo.

Poderíamos expor aqui diversas his­tórias de pessoas comuns que viven­ciam momentos cruciais em suas vi­das, situações de crise que ameaçam seus sonhos e aspirações. Não quero parecer fatalista, mas todos nós, em algum momento da vida, passamos ou passaremos por alguma crise. Não tenhamos dúvidas disso. E no jogo da vida, tudo pode acontecer. Uma crise, seja ela qual for, é um acontecimento que abala nossas bases. Desde a crise econômica mundial até finanças pes­soais, relacionamentos, crises exis­tenciais, de carreira, de identidade, seja qual for a crise, sempre vêm para sacudir. Em sua origem grega – Krisis – significa ação ou faculdade de distinguir, escolher, decidir, separar, julgar. Para os chineses o ideograma que simboliza crise é representado pela combinação de dois símbolos – “perigo” e “oportunidade”. Em uma das definições dos dicionários, encontra-se no Michaelis: “perí­odo difícil na vida de uma pes­soa ou de uma sociedade de cuja solução depende à volta a um estado normal”. Mas afinal, o que é um estado normal?

Normal é tudo aquilo que é previsível, regular, padroniza­do. Quase todo mundo quer um padrão, pois naturalmente, nos gera mais conforto. O pro­blema é que há muita coisa es­tranha que consideramos nor­mais, principalmente no que diz respeito ao comportamen­to humano. O padre francês Jean Leloup cunhou o termo “normose” para definir a situa­ção em que o indivíduo tem ou aceita certos comportamentos como normais, mesmo que no­civos, só porque é adotado pela maioria. O indivíduo se acos­tuma tanto com determinadas situações ou padrões que nem pensa em questioná-las, incor­porando-as em seu cotidiano inconscientemente. Numa cri­se, a normalidade é abalada, os referenciais são perturbados. A crise é o prelúdio da mudança e a mudança é uma das grandes dificuldades do ser humano, pois tudo o que é conhecido e confortável torna-se ameaça­do. Mas então, como lidar com a mudança?

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