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Edição #138 - Novembro 2024

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O Retrocesso da Diversidade, Equidade e Inclusão em 2024: os desafios desta pauta nas Organizações

Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) vêm enfrentando retrocessos significativos em várias empresas globais e americanas em 2024, tanto em programas internos quanto em oportunidades de carreira. Mudanças no cenário econômico e pressões culturais e políticas têm feito empresas reavaliarem suas iniciativas DEI, resultando em cortes e reduções em várias corporações.

Recentemente, empresas como Microsoft, Google e Meta (entre outras) cortaram equipes de DEI como parte de reestruturações internas e políticas de contenção de custos, um movimento que inclui tanto demissões de profissionais de DEI quanto a redução de investimento em iniciativas de inclusão e diversidade. A justificativa da Microsoft foi que a política de inclusão “não é mais cítrica para os negócios”.

Em setores como tecnologia e manufatura, esse movimento é acompanhado por uma queda expressiva em contratações, impactando de maneira desproporcional grupos étnicos e minorias, o que sugere um enfraquecimento do pipeline de talentos diversos nessas indústrias. Segundo levantamento da plataforma de empregos Indeed, em 2023 as ofertas de vagas nos Estados Unidos na área de diversidade, equidade e  inclusão caíram 44% em relação a 2022. (fonte: Revista Veja, nº 34, 23.07.24; site People MattersANZ)

As causas para esses retrocessos são complexas e envolvem questões que vão além das questões econômicas, como o recente backlash político e a pressão de ativistas conservadores, que criticam políticas de DEI e argumentam contra ações afirmativas e programas de inclusão, especialmente em mercados polarizados como os EUA. Além disso, a recente decisão da Suprema Corte dos EUA sobre ação afirmativa fez com que empresas reconsiderassem o risco legal de manter ou expandir programas de inclusão baseados em critérios raciais. (fonte: The Hilltop newspaper)

Em 29 de junho de 2023, a Suprema Corte dos EUA emitiu uma decisão histórica proibindo o uso de critérios raciais nas admissões universitárias, encerrando décadas de práticas de ação afirmativa nos Estados Unidos. A decisão, no caso Students for Fair Admissions v. Harvard College e University of North Carolina, determinou que as políticas de admissão que consideravam raça violavam a Cláusula de Igualdade da 14ª Emenda. De acordo com a opinião majoritária, essas políticas enfatizavam a raça de forma inadequada, e a corte estabeleceu que, embora as universidades possam considerar as experiências de um candidato relacionadas a sua etnia, não podem usar diretamente a raça como um fator de admissão.

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