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Edição #102 - Novembro 2021

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O futuro através dos futuristas profissionais

Os futuristas consideram alternativas de futuro, positivas e negativas, e ajudam pessoas e a sociedade a se prepararem para todos os cenários. Nosso futuro poderá ser luminoso ou sombrio, e depende muito das decisões que tomamos hoje como humanidade.

Os pilares sociais do futuro precisam de atenção e de investimento. Certamente, será através deles que sairemos do buraco em que estamos. Governo, educação, empresas, ciência, tecnologia e cultura precisam cuidar do presente e projetar futuros desejados, com estratégias robustas de longo prazo. Estamos sobrevivendo apenas, não é o suficiente.

O que faz um futurista?

Os chamados futuristas têm se popularizado no Brasil e no mundo. São pesquisadores que estudam megatendências e mudanças tecnológicas, políticas, ambientais, comportamentais e demográficas que vêm acontecendo para tentar entender como será o futuro, como isso tudo impactará a sociedade e os negócios e o que é possível fazer hoje para encarar a realidade que está por vir.

Apesar de o tema estar mais em evidência atualmente, a profissão não é nova. O primeiro curso de Mestrado para formação de futuristas foi criado na década de 70 na Universidade de Houston, nos Estados Unidos.

“Com a queda do muro de Berlim, o colapso da União Soviética, a bolha da internet e o 11 de setembro, as pessoas começaram a ver que o futuro era mais difícil de lidar do que se pensava até então. Todas as disrupções que ocorreram, e continuam a acontecer, mostraram que não adiantava ter só algumas planilhas para entender o futuro”, diz o sociólogo Peter Bishop, coordenador desde 1983 do Master of Science in Foresight, da Universidade de Houston.

“As pessoas começaram a ficar realmente preocupadas com o que estava por vir, e a área de estudos do futuro ficou mais sustentável e acabou se disseminando”. Para o acadêmico, a área de estudos do futuro vem crescendo, mas vagarosamente. “É um crescimento lento, mas sustentável, porque as pessoas perceberam que as disrupções não acabaram, haverá mais e mais, e ninguém sabe como lidar com elas”.

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