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HOMO LUDENS - O jogo e o lúdico no processo de Coaching - Leia nas edições 38 e 39

Luciano S. Lannes Por Luciano S. Lannes em 01/09/2016

O ser humano é lúdico por natureza. Aprendemos as coisas brincando, jogando, desde crianças. A obra de Johan Huizinga, datada de 1938, descreve como o lúdico e o jogo fazem parte da natureza humana, assim como o Homo Sapiens, o homem que pensa, que raciocina, e o Homo Faber, o homem que faz. Leia no final desta postagem um resumo da obra "Homo Ludens".

As ferramentas de Coaching, por sua vez, trabalham de certa forma o lúdico, o jogo, a transferência, a personificação, a imaginação.

Fizemos duas edições falando sobre este importante tema, que tanto pode ser uma muleta para os menos preparados, como um diferencial importante nas mãos dos mais experientes para propiciar um insight, a abertura de novas possibilidades, ou simplesmente ampliar a visão sobre si mesmo.

Convido você a ler dois artigos sobre esta ligação das ferramentas de coaching com o lúdico:

- Leia o artigo da ed. 38 escrito por Cristina Strachicini, com o tema "Os limites das ferramentas no processo de Coaching"
- Leia também o artigo da ed. 39 escrito por Márcia Yokota, com o tema "Coaching com ferramentas visuais e lúdicas "

Cada um destes artigos compõe um dossiê formado por cinco artigos. Isto quer dizer que temos mais 8 artigos esperando por você, que exploram as várias facetas das ferramentas em coaching, tanto conceitos como prática. Assine agora e acesse um acervo de mais de 390 artigos.

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Boa leitura.

 

Resenha do Livro Homo Ludens:
Johan Huizinga escreveu Homo Ludens em 1938, e é interessante observar a repercussão e importância de sua obra, que ainda hoje é referência a muitos, seja tratando do jogo, que conceitualmente não diverge de brincadeira, seja tratando do lúdico, que no livro é exposto em várias formas de manifestações culturais. Porém, é necessário atentar para o fato de haver limite do contexto histórico que define a cultura, ou seja, passado o tempo de Huizinga, muito mudou. No entanto, sua obra é digna de reconhecimento, independentemente disso, ao que tudo indica, pois seja qual for a época, cultura ou classe social, os jogos e os brinquedos fazem parte da vida da criança, pois elas vivem num mundo de fantasia, de encantamento, de alegria, de sonhos, onde realidade e faz-de-conta se confundem. O jogo está na gênese do pensamento, da descoberta de si mesmo, da possibilidade de experimentar, de criar e de transformar o mundo, onde se apresenta justamente o lúdico. A idéia de jogo é central para a civilização. O jogo vem como uma categoria absolutamente primária da vida, tão essencial quando o raciocínio (homo sapiens) e a fabricação de objetos (homo faber). O homem que brinca de Huizinga, não substitui o homo sapiens, que sabe, e raciocina, mas se coloca ao lado e um pouco abaixo deste, mais ou menos na mesma categoria que o homo faber, que trabalha. O caráter de ficção é um dos elementos constitutivos do jogo, no sentido de fantasia criativa, imaginação. E ao contrário do que muitas pessoas podem admitir, é coisa muito séria e necessária, além de ser um direito. Enquanto o jogo dura, as regras que regem a realidade cotidiana ficam suspensas. As atividades humanas, incluindo filosofia, guerra, arte, leis e linguagem, podem ser vistas como o resultado de um jogo, a título de brincadeira. A escrita alfabética surgiu porque alguém resolveu brincar com sons, significados e símbolos. A filosofia fica como um grande jogo de conceitos. As guerras ocorrem segundo certas regras que lembram jogos e não excluem gestos de cavalheirismo. O lúdico desempenha um papel fundamental no aprendizado. Mas, não é o único componente do jogo. Existem outras funções para o mesmo, como competição e passatempo, contudo, independentemente de isso ser bom ou ruim, o que deve ser visto no jogo são seus aspectos criadores e não os negativos. Assim, buscar-se eliminar quaisquer vestígios de banalização e vulgarização da existência, vendo no jogo a possibilidade do exercício da criatividade humana.
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