revista-coaching-brasil-logo-1 icon-bloqueado icon-busca icon-edicoes icon-login arrow-down-sign-to-navigate

Busca

Encontrei 2276 resultados.

A importância das metas

Olá, que bom poder compartilhar algumas ideias com você e poder falar de um dos temas mais importantes em todo o pro­cesso de Coaching, independente da linha filosófica ou metodológica que o profis­sional siga: Metas. Vamos começar do começo e as­sim entender a importância do estabelecimento das metas. Se você olhar para o conceito do trabalho de Coaching, ele tem como objetivo... leia mais

13 minutos

Como está o nível do seu reservatório Cantareira?

O ano de 2014 foi marcado para os moradores da cidade de São Paulo pela crise da Cantareira. A maior cidade do Brasil entrou em estado de alerta quando um dos principais reservatórios que abastece a cidade chegou em seu mais baixo nível de volume de água. Foram cerca de 9 milhões de pessoas impactadas. Uma crise que voltou para as manchetes em 2021 pois o volume de água atingiu novamente... leia mais

8 minutos

Confissões de Um Procrastinador Profissional

Procrastinação, essa elusiva e estranhamente sedutora arte de adiar o inevitável. Há uma certa emoção em deixar de lado sua lista de tarefas, uma tentação de se render ao chamado da sereia da distração. Neste mundo de ritmo acelerado, talvez seja hora de abraçar a suave sedução da procrastinação. Reserve um momento para saborear aquela xícara de café, para sonhar acordado, para... leia mais

14 minutos

A supervisão como metodologia de aprendizagem

Por que supervisionar, para que supervisionar Tradução: Káritas Ribas A supervisão no coaching é um processo e uma prática que derivam do fazer psicoterapêutico, adotan­do neste campo, características particulares e modalidades diferenciadas. Há alguns anos, no campo da psicoterapia, ela era considerada como uma “super-visão”; era concebida como um mecanismo de... leia mais

14 minutos

Não é sobre controlar. É sobre escolher.

Cresci escutando minhas irmãs implicando comigo, dizendo que eu era uma “pedra”, que eu poderia ver um filme muito triste e não deixar cair uma lágrima sequer. Cristalizei um julgamento sobre mim mesma de que não era uma pessoa “emocional”. Já mais velha, entrando na idade adulta, o que diziam de mim era: “A Marta? Nossa... Como ela é braba!”. Mas eu continuava julgando a mim... leia mais

13 minutos